<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423</id><updated>2011-08-14T03:29:24.577+01:00</updated><title type='text'>CONSCIÊNCIA - UNIDADE - RESISTÊNCIA - LUTA</title><subtitle type='html'>ESTE É UM BLOG IDEOLÓGICO - MAS AS IDEIAS SÓ SÃO ÚTEIS   
QUANDO REPRESENTAM REFLEXÕES SOBRE A REALIDADE CUJAS CONCLUSÕES TÊM UM SENTIDO PRÁTICO DE TRANSFORMAÇÃO POSITIVA DESSA MESMA REALIDADE</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-8388253021913285621</id><published>2009-10-10T12:28:00.019+01:00</published><updated>2009-10-11T14:02:51.157+01:00</updated><title type='text'>Arsenal do Alfeite - Exemplo da Luta da classe operária em Portugal*</title><content type='html'>*Testemunho de um Arsenalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  «O objectivo deste texto é perpetuar, da forma escrita, a luta dos Arsenalistas iniciada no dia 14 de Julho de 2009, porque é digna de ser contada e recontada a todas as gerações, actuais e vindouras.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; OUVEM-SE AS BOTAS, OUVEM-SE AS VOZES...&lt;br /&gt;A última grande luta do Arsenal do Alfeite&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  - Anda daí, o pessoal está a manifestar-se em frente à administração!&lt;br /&gt;Uma força enorme fez-me obedecer sem hesitar, nunca a vontade esteve tão unida com a&lt;br /&gt;razão. Havia que dizer NÃO! àquilo que nos queriam fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vinha aí era mau de mais, anunciava-se o fim de um amor que parecia eterno, separação imposta pela força do poder podre que há já muito tempo se separou do superior interesse do país e se aliou aos interesses dos senhores do dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um facto: o Arsenal do Alfeite, ancestral estaleiro de construção, reparação e manutenção dos navios da Armada, garante da sua operacionalidade, iria ser extinto como organismo público e entregue ao domínio privado, cedendo-lhe o seu saber único e totalmente com dinheiro dos contribuintes. A data de execução tinha sido fixada em decreto-lei para trinta e um de agosto de dois mil e nove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Uma das coisas que mais nos inquietava era terem dito a muitos colegas nossos que não&lt;br /&gt;contavam com eles na nova empresa, sem qualquer critério de escolha, sem qualquer fundamento, sem qualquer documento escrito. Apenas diziam: não conto consigo... que desumanidade, ao que isto chegou, dizia-se dentro e fora do estaleiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Aos que disseram que contavam com eles, propuseram um acordo com cláusulas incríveis,&lt;br /&gt;em que se assinasse o trabalhador não estaria a vender a sua força de trabalho, mas sim todo o seu tempo, o seu espaço, a sua vontade, toda a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a larga maioria, foi preciso terem sido confrontados em responder de vez a esse acordo para descerem à terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi como um interruptor que lhes acendeu a realidade e que despertou um vulcão que muitos pensavam para sempre estar adormecido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei o edifício da minha divisão, já meio deserto, e sob o tórrido calor de um princípio de&lt;br /&gt;tarde de verão, pus-me a caminho da administração. Ao meu lado esquerdo, paralela ao edifício&lt;br /&gt;onde eu trabalhava, alongava-se a doca seca do estaleiro, preenchida pela Vasto da Gama, seminua, abandonada, envolta apenas num silêncio enorme que me sussurrava baixinho: - vai, já estás atrasado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Dobrei a oficina de pintura e tomei a longa recta que terminava nos portões do estaleiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meio da rua, caminhando na minha direcção, via-se uma multidão que se agitava em tons de azul, soltando bramidos imperceptíveis ao longe, com certeza eram palavras de ordem pela defesa dos nossos postos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntei-me a eles entre a antiga oficina de serralharia e montagem, ou simplesmente máquinas, e os serralheiros civis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se antes eu já era um deles em alma e pensamento, tornara-me um deles em corpo também.&lt;br /&gt;   Entrámos na serralharia determinados, unidos, emocionados, revoltados, convictos do que&lt;br /&gt;queríamos, invadidos por um sentimento de união e de força colectiva capaz de mover montanhas, de atravessar rios e oceanos, nada nos faria parar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   - Andem daí! Vamos embora! – gritámos para os nossos camaradas da serralharia civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vieram de imediato. O mesmo aconteceu na ferraria, carpintaria, pintura, manutenção, construção naval. A adesão parecia total. A coluna agigantava-se em comprimento e em voz, serpenteando pelas ruas do estaleiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguiu-se a escola de formação, a divisão de armamento, depois o refeitório, a electricidade, a galvanoplastia. Virámos para as traseiras da divisão de mecânica, onde sobressaiam as grandes oficinas das máquinas e da caldeiraria de tubos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois virámos para o lado direito, passando pela contabilidade, sala de desenho, informática, aproximávamo-nos do edifício da administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por onde passámos, chamámos os nossos camaradas para a luta. Tratava-se da luta das nossas&lt;br /&gt;vidas, pela vida do nosso Arsenal. Todos perceberam isso e se envolveram num dos mais belos&lt;br /&gt;movimentos da história da luta da classe trabalhadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Éramos cerca de um milhar de trabalhadores em fúria, por nos ter sido dito “não contamos consigo”, por nos ter sido imposto um acordo cessável a trinta dias sem justa causa, tendo como alternativa a precariedade da mobilidade especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certeza de um futuro incerto. Mas que forma de reconhecer e premiar aqueles que desde sempre souberam garantir a operacionalidade dos navios da Marinha de Guerra Portuguesa!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ocorria-nos um sentimento de perda irreparável, por isso nada mais tínhamos a perder. E o&lt;br /&gt;movimento crescia, crescia! A exaltação também. A nossa absoluta convicção na justeza do protesto aliou-se ao desespero e à raiva há muito tempo contida, gerando um fenómeno imparável, imprevisível, incontrolável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em plena base militar, o poder estava nas ruas, na luta dos trabalhadores civis do Arsenal do Alfeite!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Chegámos ao edifício da administração e deu-se o inesperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas dezenas de trabalhadores em fúria irromperam ruidosamente pela porta lateral do edifício, invadindo o seu interior. Da rua conseguia-se ouvir a correria nos corredores, o gritar de palavras de ordem, o estilhaçar de vidros pela trepidação à passagem agitada dos invasores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambiente era surreal, assustador, mas ao mesmo tempo belo e pleno de simbolismo.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Concentrámo-nos diante da entrada principal da administração, por onde saíram os que tinham invadido o edifício, já acompanhados pelo pessoal que ali trabalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso objectivo era manifestar de forma bem vincada o repúdio pela situação e rejeitar o assinar de qualquer novo acordo ou contrato, uma vez que já tínhamos assinado um quando fomos admitidos no Arsenal do Alfeite. Acima de tudo, que suspendessem o processo de extinção do Arsenal e garantissem o posto de trabalho a todos os arsenalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de um milhar de trabalhadores gritava em uníssono “não assinamos”, “trabalho com direitos sim, desemprego não” ou “a luta continua”. Não sairíamos dali enquanto a situação não fosse resolvida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Reparei na chegada do Administrador do Arsenal do Alfeite, vindo do almoço, entrando em&lt;br /&gt;passo apressado pela porta lateral do edifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns minutos depois enfrentou a multidão, deu a cara, como bom exemplo da velha guarda, embora tenha sido vaiado pela grande maioria dos que ali estavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os membros da comissão de trabalhadores e da comissão sindical, que entretanto tentavam refrear um pouco os ânimos sem grande sucesso, facultaram-lhe um megafone para que mais facilmente pudesse ser ouvido por todos. Demasiado acalorado, tirou a gravata e procurou fazer-se ouvir perante o burburinho que ali estava instalado :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     - Um momento, um momento.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O pessoal acalmou-se um bocado. O Administrador prosseguiu:&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;- Eu não vim para o Arsenal do Alfeite há dois dias! Nem há dois meses! Nem há dois anos! Eu conheço o Arsenal do Alfeite desde mil novecentos e setenta e nove! Portanto, eu sei muito bem o que é o Arsenal do Alfeite – fez uma breve pausa, depois prosseguiu:&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;- Neste momento, quem é o Administrador do Arsenal do Alfeite sou eu. Eu tenho acesso ao&lt;br /&gt;Secretário de Estado. Eu tenho acesso ao chefe da Marinha. Relativamente a esta questão que vocês estão a pôr... eu comprometo-me a ir tratar do assunto, em ir falar com a administração da nova empresa, em ir falar com o Secretário de Estado, no sentido de ver se as coisas podem ser tratadas de outra maneira – concluiu.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Ouviram-se mais aplausos do que vaias, as suas palavras caíram bem entre grande parte dos&lt;br /&gt;trabalhadores. Porém, apesar de conhecer o Arsenal do Alfeite há trinta anos, a sua visão do&lt;br /&gt;estaleiro chocou várias vezes com aspectos da cultura e da identidade arsenalista, e nem todos se tinham esquecido de que ele sempre se manifestou a favor da passagem do Arsenal do Alfeite a sociedade anónima, admitindo a possibilidade de se reduzir pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro episódio houve em que, num plenário convocado por si, a maioria dos presentes riu à gargalhada quando afirmou que uma das coisas que o Arsenal do Alfeite mais necessitava era de aumentar o número de engenheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo a sua classe ofendida, mal terminou o plenário enviou uma mensagem de solidariedade a todos os licenciados, expressando-lhes o seu apoio contra o que apelidou de "basismo empedernido”, referindo-se claramente a quem se riu da sua afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito boa gente com responsabilidades nunca deu ou nunca quis dar real importância aos executantes, aos seus saberes e conhecimentos adquiridos, à sua invulgar capacidade de resolução de problemas em oficina e a bordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos setenta anos de história do Arsenal do Alfeite, foi esse o segredo e a chave para o bem sucedido cumprimento da missão que foi confiada ao Arsenal. Porque é nas oficinas e a&lt;br /&gt;bordo que se fazem as coisas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Foi nos seus anos como Administrador do Arsenal do Alfeite que se iniciou, operou e concluiu o processo de transformação do organismo público Arsenal do Alfeite em sociedade anónima, mas talvez o processo não tenha decorrido conforme tinha idealizado, talvez tivesse sido até enganado, só ele sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo é que, naquela tarde bem quente de Julho, ele parecia não estar contra nós. Porém, a sua intervenção nem sequer beliscou o fervor descontente da multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém arredou pé. Estávamos todos juntos e determinados como nunca se tinha visto, volta e meia gritando bem alto:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Não assinamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Numa posição privilegiada no andar superior do edifício da direcção técnica, paralelo ao da&lt;br /&gt;administração, alguns chefes de divisão assistiam divertidos ao protesto e, segundo alguns&lt;br /&gt;testemunhos, tiravam fotografias e filmavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corria pelo Arsenal que lhes haviam prometido carros de empresa, cartões de abastecimento gratuito de combustível e outros incentivos, para que a futura administração já os tivesse na mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos boatos serem uma característica arsenalista, na verdade eles falavam e agiam como se já estivessem a trabalhar para a nova empresa, pressionando incrivelmente as pessoas no sentido de estas assinarem pela futura Arsenal SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros sentiram-se com um poder aparentemente ilimitado e demonstraram o pior que há nos seres humanos quando acontecem situações semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram também estas razões que alimentavam o sentimento de revolta de todos nós, e naquela tarde esse sentimento atingiu uma magnitude tremenda, como tremendo era o asco perante aqueles que nos estavam a fazer mal ou a gozar com a nossa dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo isso, e perante o olhar ferido de raiva e a atenção de cada vez mais pessoal apontando-lhes o indicador, eles apressaram-se em cerrar as cortinas, apagar as luzes e zarpar dali para fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi melhor assim, para eles e para nós.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Subitamente, vindo do refeitório em direcção aos portões do estaleiro, um carro escuro de gama alta foi travado pela barreira humana que ocupava totalmente a rua. A maioria reconheceu o condutor como sendo um antigo administrador do Arsenal do Alfeite... a reacção foi colectiva e automática:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Não passa!&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;E não passou. Mais tarde surgiram outros carros parecidos, sempre transportando velhas figuras conhecidas dos arsenalistas, todas elas do topo da hierarquia do estaleiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coincidência das coincidências, nesse dia tinha havido um almoço especial, muito pouco divulgado, um banquete em que terão participado alguns antigos, actuais e futuros directores e administradores do Arsenal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Algumas viaturas ficaram cerca de duas horas bloqueadas pelo protesto, outras apenas alguns&lt;br /&gt;minutos, mas não passaram! Não entravam nem saíam carros! Quem quisesse, era livre de sair ou entrar, mas pelo seu próprio pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A nossa posição estava bem vincada e era unânime. Não sairíamos dali enquanto não tivéssemos garantias de que a situação iria mudar. O ambiente nunca deixou de ser tenso, mas&lt;br /&gt;tornou-se estável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns procuraram uma sombra para se abrigarem do Sol, outros sentaram-se nos vários espaços relvados diante do edifício da administração, mas a maioria estava de pé, bloqueando a passagem dos carros, manifestando o seu desagrado, conversando uns com os outros, trocando ideias, formando correntes de opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Administrador andava de um lado para o outro, desdobrando-se em esforços para deixarmos sair os carros, dizia que aquelas pessoas nada tinham a ver com a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se virmos bem, muitos dos que tiveram grandes responsabilidades no Arsenal do Alfeite acabaram por ter a sua quota parte de culpa pela situação a que o estaleiro chegou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Houve um carro que quase conseguiu sair, tendo sido travado mesmo junto aos portões por&lt;br /&gt;um grupo de pessoal que se apercebeu a tempo. Um colega soldador ainda levou um toque nos&lt;br /&gt;joelhos, quem viu garante que podia ter sido evitado, o ambiente aqueceu novamente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O condutor manteve-se calmo, imperturbável, segundos depois pediu desculpa ao rapaz e o episódio acabou ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as pessoas se esforçam para chegar a um entendimento digno, as coisas costumam correr bem. Foi o que nunca aconteceu no processo de transformação do Arsenal do Alfeite, pois os órgãos representativos dos trabalhadores do Arsenal nunca foram ouvidos durante a fase de estudo e decisão do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O Administrador bem tentava que desmobilizássemos, mas não tinha qualquer controlo sobre&lt;br /&gt;as pessoas. Nem ele nem os nossos órgãos representativos, visivelmente preocupados com a&lt;br /&gt;situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A hora de saída aproximava-se e tínhamos de tomar decisões. Diante da entrada principal do&lt;br /&gt;edifício da administração, no meio do espaço relvado, havia uma espécie de lago artificial, delimitado por um pequeno muro com cerca de meio metro de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse muro serviu de palanque sempre que os órgãos representativos tinham algo para nos dizer, como era o caso. Exceptuando o pessoal que barrava solidamente a passagem de viaturas nos portões do estaleiro, todos fomos ouvir as novidades, para que depois pudéssemos tomar decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O que nunca tinha acontecido em meses fora conseguido numa tarde memorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação social já sabia e noticiava o sucedido, apesar de não estar autorizada a entrar na Base para cobrir este tipo de situações. O Ministério da Defesa prontificou-se em receber os nossos representantes com urgência. A administração da futura Arsenal SA. aceitou reunir-se na manhã seguinte com a comissão de trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta começara a surtir efeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Sabendo das novidades, decidimos desmobilizar no estaleiro e concentrarmo-nos no exterior,&lt;br /&gt;junto aos portões do Laranjeiro, onde nos esperavam inúmeros órgãos de comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carros puderam finalmente sair do Arsenal com normalidade. Decidimos também esperar pela reunião da manhã seguinte e, mediante a nossa análise ao resultado dessa reunião, determinaríamos qual o seguimento a dar ao movimento imparável que tínhamos iniciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias que se seguiram, e perante a firmeza da nossa luta, apoiada e saudada vivamente pelas duas maiores forças políticas portuguesas de esquerda, sob a vigilância atenta de grande parte da comunicação social, multiplicaram-se as reuniões com o Ministério da Defesa e com a administração da futura SA, as cedências aconteciam em todos os dias, surgiram várias versões da minuta do acordo, cada vez mais brandas e menos restritivas, com múltiplas supressões e alterações de cláusulas, apesar da continuidade daquela cláusula maldita que permitia que nos empurrassem para a mobilidade, agora a noventa dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Nada disto teria acontecido sem a grande jornada de luta iniciada de forma espontânea pelos&lt;br /&gt;trabalhadores do Arsenal do Alfeite naquela saudosa e escaldante terça-feira, que permitiu colocar os representantes dos trabalhadores a negociar, quer com o Ministério da Defesa, quer com a administração da futura Arsenal SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Em catorze de Julho de mil setecentos e oitenta e nove, em Paris, heróis revolucionários&lt;br /&gt;tomaram a Bastilha e escreveram uma das mais importantes páginas da história da Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exactamente duzentos e vinte anos depois, os trabalhadores do Arsenal do Alfeite, através da força e determinação da sua luta, provaram que, mesmo numa fase histórica de clara perda de direitos, é possível fazer ceder o monstro capitalista nas suas intenções desumanas de transformar o trabalhador cada vez mais num escravo remunerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, agora e sempre, e tal como deve acontecer na defesa da Liberdade e da Democracia, a luta dos trabalhadores continua, tem que continuar, todos os dias, todas as horas, em todos os momentos, em todos os lugares, na procura de um mundo socialmente mais justo e humanamente equilibrado.&lt;br /&gt;                                                                                              &lt;br /&gt;Fim&lt;br /&gt;                                                    &lt;br /&gt;José Soares, arsenalista, 7 de Agosto de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-8388253021913285621?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/8388253021913285621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=8388253021913285621' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/8388253021913285621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/8388253021913285621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2009/10/arsenal-do-alfeite-exemplo-da-luta-da.html' title='Arsenal do Alfeite - Exemplo da Luta da classe operária em Portugal*'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-5568592990049993932</id><published>2008-03-09T00:33:00.005Z</published><updated>2008-03-09T01:08:33.923Z</updated><title type='text'>Professores unidos na luta ou a luta continua e está a ganhar intensidade</title><content type='html'>&lt;span class="seccoes"&gt;«Nacional&lt;/span&gt;  &lt;div class="titulos_dstk_principal"&gt;Educação/Marcha: PSP admite presença de cerca de 100 mil manifestantes no protesto de professores&lt;/div&gt; &lt;div&gt;  &lt;span class="PhotoCredits"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="PhotoLegenda"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="Text"&gt;&lt;b&gt;Lisboa, 08 Mar (Lusa) - O comando metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou hoje a presença de cerca de 100 mil manifestantes na "marcha da indignação" dos professores, em Lisboa, ratificando os valores adiantados pelos sindicatos do sector.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;        &lt;div class="Text"&gt;&lt;p&gt;"A PSP não discorda dos valores já avançados e o número de manifestantes não andará longe dos 100 mil", referiu à Lusa fonte do comando de Lisboa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mesma fonte informou que não houve qualquer registo de ocorrências durante a manifestação, que decorreu entre as 14:30 e as 19:00, num percurso entre a rotunda do Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço, em Lisboa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a manifestação foram destacados cerca de 120 efectivos da polícia, acrescentou a mesma fonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;PL.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="Data"&gt;© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.&lt;br /&gt;2008-03-08 22:55:01»&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Nota: O número estimado de professores em Portugal é de 143 mil. Quer isto dizer que 70 % de toda uma classe profissional saiu à rua para protestar contra o governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima quarta-feira serão os trabalhadores da Administração Local e na sexta sairão à rua os trabalhadores da Função Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É das maiores contestações sociais que um governo do PS (se não mesmo entre a totalidade dos governos dos últimos 32 anos) enfrenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta dos trabalhadores não pára de aumentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manifestação de hoje dos professores irá com certeza ser um estímulo para as próximas jornadas de luta. Exemplo de união e força, esta manifestação (re)confirma que em Portugal o povo e os trabalhadores não toleram prepotência, autoritarismo, arrogância e repressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manifestação de hoje só espanta quem estiver mais distraido. Há uma semana atrás o PCP com a sua marcha - Liberdade e Democracia indicou claramente às massas qual é o caminho da luta. Na marcha estiveram 50 mil ou mais comunistas e outros a defender as liberdades e a democracia. A defender Abril e a sua constituição que não é respeitada pelo poder político e tão pouco pelo poder económico que desrespeita as próprias leis que haviam sido criadas já para sua protecção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já desde 2006 que as manifestações dos trabalhadores portugueses atingem com regularidade os 6 dígitos. E no tempo que passou, não só não mudaram as políticas como os sinais de autoritarismo e repressão se acentuaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se quer com isto dizer que era igual ter lutado ou ter deixado o governo fazer o que quisesse sem oposição. Mesmo que não o admita, as lutas travadas até aqui refrearam o ímpeto do governo em muitas áreas. Interessa neste sentido contabilizar aquilo que o governo disse que iria fazer e que depois não fez ou não faz com a rapidez por ele desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto a manifestação de hoje não espanta, antes confirma o crescimento da tomada de consciência dos trabalhadores portugueses, que no caso concreto traz a originalidade de meter na rua 100 mil de 143 mil trabalhadores de uma só classe profissional. É obra!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9M4ZOmXacI/AAAAAAAAADo/WE_d2aZl0T4/s1600-h/mini-z3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9M4ZOmXacI/AAAAAAAAADo/WE_d2aZl0T4/s400/mini-z3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175542402845731266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9M4ZumXadI/AAAAAAAAADw/o-jtAsMLwZs/s1600-h/mini-z8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9M4ZumXadI/AAAAAAAAADw/o-jtAsMLwZs/s400/mini-z8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175542411435665874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-5568592990049993932?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/5568592990049993932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=5568592990049993932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5568592990049993932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5568592990049993932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2008/03/professores-unidos-na-luta-ou-luta.html' title='Professores unidos na luta ou a luta continua e está a ganhar intensidade'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9M4ZOmXacI/AAAAAAAAADo/WE_d2aZl0T4/s72-c/mini-z3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-1902930554047438956</id><published>2008-03-09T00:26:00.002Z</published><updated>2008-03-09T00:31:10.490Z</updated><title type='text'>Marcha - Liberdade e Democracia - Apreciação do Comité Central do PCP</title><content type='html'>&lt;b&gt;Mais de 50.000 na Marcha Liberdade e Democracia&lt;br /&gt;Uma afirmação dos ideais de Abril e da força do PCP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Comité Central sublinha o extraordinário êxito da Marcha - Liberdade e Democracia, convocada pelo PCP, realizada a 1 Março, que encheu as ruas de Lisboa e fez transbordar o Rossio, com mais de 50.000 pessoas, comunistas e outros democratas, numa singular acção de massas, em defesa das liberdades e da democracia, em defesa dos valores e conquistas de Abril.&lt;br /&gt;O Comité Central saúda os militantes Partido, da JCP pela sua participação nesta marcha, numa grande afirmação da força do PCP, das suas convicções e do seu ideal. Saúda igualmente todos os democratas que, participando ao lado dos comunistas nesta iniciativa e reconhecendo o papel do Partido em defesa da liberdade e da democracia, quiseram com a sua presença afirmar a determinação e a confiança na luta em defesa do regime democrático.&lt;br /&gt;A Marcha - Liberdade e Democracia foi um alerta a todo o povo português, a todos os que aspiram a um futuro de liberdade, democracia e progresso social, para a urgência de pôr termo aos ataques a direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores e do povo, que todos os dias são concretizados pela política de arrogância, prepotência e autoritarismo do governo do PS/Sócrates.&lt;br /&gt;A Marcha reafirmou o direito à liberdade de organização, intervenção e actividade partidária posto em causa pelo carácter antidemocrático da Lei dos Partidos e do Financiamento dos Partidos. E confirmou quanto é necessária a ampla luta contra as tentativas de formatação e limitação da existência de partidos políticos, de ingerência na sua organização interna, de limitação à sua intervenção e devassa da sua vida e dos seus ficheiros.&lt;br /&gt;Inserindo-se no momento de descontentamento e luta que percorre o País, a Marcha deu voz aos trabalhadores que lutam pelos direitos laborais e sindicais, que são discriminados e perseguidos por se organizarem, manifestarem, fazerem greve; deu voz aos dirigentes e activistas sindicais identificados, julgados e condenados por estarem com os trabalhadores na luta em defesa de direitos constitucionalmente consignados como o direito ao trabalho, direito a salários dignos, direito ao respeito pela dignidade de quem produz a riqueza; deu voz aos jovens e estudantes que expressam o seu profundo protesto contra o desemprego, a precariedade e a destruição do ensino público; deu voz a jornalistas condicionados na sua liberdade de informar com verdade e isenção; deu voz aos que lutam pela Liberdade e a Democracia e a todos os que estão determinados a combater as políticas antidemocráticas que corroem o País, aumentam as injustiças e ferem a dignidade do nosso Povo.&lt;br /&gt;A Marcha protestou contra aqueles que em nome da «liberdade», concretizam medidas securitárias e exercem cada vez maior controlo e vigilância na sociedade; contra aqueles que em nome da «democracia», subvertem a vontade directa do povo e o pluralismo político nas autarquias locais, ferindo uma vez mais o Poder Local Democrático; contra o PS e o PSD que, conluiados para rever a Lei Eleitoral para a Assembleia da República, visam, a sua perpetuação em alternância no poder garantindo a continuidade da política de direita.&lt;br /&gt;O Comité Central reafirma a necessidade de prosseguir a luta em defesa das liberdades e que, hoje como ontem, o PCP é a força política que, pela sua intervenção, projecto e ideal, é capaz de unir e mobilizar outros democratas para a defesa da democracia política, económica, social e cultural e da independência e soberania nacional que a Constituição da República consagra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-1902930554047438956?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/1902930554047438956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=1902930554047438956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/1902930554047438956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/1902930554047438956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2008/03/marcha-liberdade-e-democracia_09.html' title='Marcha - Liberdade e Democracia - Apreciação do Comité Central do PCP'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-905712584680445916</id><published>2008-03-09T00:20:00.002Z</published><updated>2008-03-09T00:24:59.007Z</updated><title type='text'>Marcha - Liberdade e Democracia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuEumXaXI/AAAAAAAAADA/Ny1VYlWXI-w/s1600-h/mini-DSC_0029.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuEumXaXI/AAAAAAAAADA/Ny1VYlWXI-w/s400/mini-DSC_0029.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175531055542135154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuHemXaYI/AAAAAAAAADI/O7-jXNUYF3o/s1600-h/mini-DSC_0400.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuHemXaYI/AAAAAAAAADI/O7-jXNUYF3o/s400/mini-DSC_0400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175531102786775426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuH-mXaZI/AAAAAAAAADQ/BQuKJtj09dM/s1600-h/mini-DSC_0343.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuH-mXaZI/AAAAAAAAADQ/BQuKJtj09dM/s400/mini-DSC_0343.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175531111376710034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuIumXaaI/AAAAAAAAADY/_1lDJNP4GsQ/s1600-h/mini-DSC_0102.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuIumXaaI/AAAAAAAAADY/_1lDJNP4GsQ/s400/mini-DSC_0102.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175531124261611938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuI-mXabI/AAAAAAAAADg/EMHgNXaZ188/s1600-h/mini-DSC_0360.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuI-mXabI/AAAAAAAAADg/EMHgNXaZ188/s400/mini-DSC_0360.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175531128556579250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-905712584680445916?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/905712584680445916/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=905712584680445916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/905712584680445916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/905712584680445916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2008/03/marcha-liberdade-e-democracia.html' title='Marcha - Liberdade e Democracia'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/R9MuEumXaXI/AAAAAAAAADA/Ny1VYlWXI-w/s72-c/mini-DSC_0029.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-2887897191598322537</id><published>2008-01-21T00:41:00.000Z</published><updated>2008-01-21T00:44:39.123Z</updated><title type='text'>O PCP na Assembleia da República</title><content type='html'>&lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/5D0ePRW3JSLZ71WORN9c/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="322"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-2887897191598322537?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/2887897191598322537/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=2887897191598322537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/2887897191598322537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/2887897191598322537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2008/01/o-pcp-na-assembleia-da-repblica.html' title='O PCP na Assembleia da República'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-5537077748644889026</id><published>2007-12-11T23:49:00.000Z</published><updated>2007-12-12T00:19:36.666Z</updated><title type='text'>DESAFIO</title><content type='html'>Foi apanhado nesta “corrente literária”&lt;br /&gt;Desafiado por &lt;a href="http://www.aldeia-paiopires.blogspot.com/"&gt;aldeia-pp&lt;/a&gt; eis a quinta frase da página 161 do meu livro de cabeceira actual, deixando a informação que por coincidência passei hoje por ela estando neste momento na pag. 164: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas esta falsa opinião, assente apenas na esperança de que os acontecimentos não se desenvolveriam com demasiada rapidez, esta falsa opinião só podia ser superada pelo partido com a participação no movimento popular de 3/4 de Julho com a palavra de ordem «todo o poder aos Sovietes» e com o objectivo de imprimir ao movimento um carácter organizado e pacífico. &lt;/span&gt;V.I. Lénine - Obras escolhidas em três tomos - Tomo 2 - Frase do "Projecto de Resolução Sobre o Momento Político Actual", elaborado por Lenin para a reunião plenária  do CC do Partido Bolchevique marcada para o dia 3 (16) de Setembro de 1917.&lt;br /&gt;Deixo o desafio a &lt;a href="http://blogada-da-maria.blogspot.com/"&gt;Maria&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://naycotin.blogspot.com/"&gt;Naycotin&lt;/a&gt;.&lt;a href="http://blogada-da-maria.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-5537077748644889026?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/5537077748644889026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=5537077748644889026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5537077748644889026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5537077748644889026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/12/desafio.html' title='DESAFIO'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-6055620614572047645</id><published>2007-12-03T00:09:00.000Z</published><updated>2007-12-03T00:22:18.501Z</updated><title type='text'>Revolução Bolivariana - PCV apresenta 15 razões para votar com Chávez pelo "sim"</title><content type='html'>Notícia retirada de http://www.vermelho.org.br/&lt;div id="texto"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;!--     &lt;a href="base.asp?codigo=29126&amp;texto=0&amp;tipoTexto=2&amp;autCod=16&amp;ex=hist"&gt;   &lt;img src="imagens/historico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;--&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;30 DE NOVEMBRO DE 2007 - 14h01&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;h1&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;  PCV apresenta 15 razões para votar com Chávez pelo "sim"  &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;div id="lead"  style="background-color: rgb(239, 239, 239); font-family: arial;font-family:Arial,Verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Partido Comunista da Venezuela divulgou um documento no qual apresenta as 15 razões pelas quais o povo venezuelano deve votar pelo "sim" no referendo do próximo domingo (2). Ao longo do texto, são apresentados os principais avanços que serão conquistados pelo país caso as propostas de reforma constitucional do presidente Hugo Chávez vençam o "não".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: arial;" id="imagem"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;img src="http://www.vermelho.org.br/admin/img_upload/Vene_simno.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Moça diante de propagandas adversárias em Caracas&lt;/i&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="font-family: arial;" id="artigo"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Leia abaixo aos 15 razões apresentadas pelo PCV: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Sim porque fortalece o Poder Popular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma instaura mecanismos poderosos para o exercício da participação do povo como protagonista, reconhece o Poder Popular (artigo 136), dá hierarquia constitucional aos Conselhos Comunais e estabelece novos espaços e estruturas de democracia participativa, como os Conselhos de Trabalhadores e Trabalhadoras, de Camponeses e Camponesas e de Estudantes (artigo 70).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Sim porque democratiza a economia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma proíbe clara e enfaticamente os monopólios (artigo 113) e os latifúndios (artigo 307), e propõe a desaparição progressiva das grandes oligarquias e favorece  o surgimento e o fortalecimento de pequenas e médias unidades econômicas industriais, agrícolas e de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Sim porque define um novo modelo de desenvolvimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma estabelece um modelo de desenvolvimento econômico fundado em valores humanísticos, socialistas e ecológicos, que prioriza os interesses da comunidade sobre os individuais e que garante a satisfação das necessidades sociais e materiais do povo (artigos 112 e 299), meio pelo qual começará a deixar para trás o modelo capitalista de exploração selvagem dos seres humanos e da natureza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Sim porque reconhece as diversas formas de propriedade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma reconhece e garante pela primeira vez na história da Venezuela a existência de uma diversidade de formas de propriedade: privada, pública, social direta, social indireta, coletiva e mista (artigo 115). Isso significa que a partir de agora o Estado se compromete como nunca antes a proteger e preservar a propriedade de todos e a propriedade de cada um.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Sim porque amplia os direitos sociais e econômicos dos trabalhadores e trabalhadoras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma estende aos trabalhadores e trabalhadoras não dependentes, informais e por conta própria os benefícios e direitos laborais que nunca lhes havia sido reconhecidos, como aposentadorias, pensões, férias pagas e repousos médicos (artigo 87). Da mesma forma, reduz a jornada trabalhista a seis horas diárias e obriga o Estado a promover mecanismos para a utilização produtiva do tempo livre em benefício da educação, formação integral, desenvolvimento humano, físico, espiritual, moral, cultura e técnico dos trabalhadores e trabalhadoras (artigo 90). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. Sim porque avança até a verdadeira descentralização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma ordena os governos nacional, estadual e municipal que descentralizem e transfiram efetivamente ao povo organizado numerosas funções e competências que até agora estavam reservadas aos poderes tradicionais, entre elas a administrações de serviços públicos, a manutenção de áreas urbanas, a segurança e a proteção das comunidades, a construção de obras públicas, a criação e gestão de empresas públicas, cooperativas e outras unidades econômicas (artigo 184). Além disso, estabelece mecanismos financeiros generosos para dotar diretamente às comunidades organizadas dos recursos necessários para assumir essas novas funções e competências (artigo 167). Tudo isso se traduz no fortalecimento do Poder Popular e o cumprimento real da velha promessa nunca satisfeita da descentralização. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. Sim porque fortalece a soberania nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma estabelece mecanismos efetivos para afiançar e assegurar a soberania econômica nacional. Estabelece um trato preferencial para as empresas nacionais de qualquer tipo sobre suas equivalentes estrangeiras (artigo 301). Reserva para o Estado venezuelano todas as atividades relacionadas com a exploração, exportação, transporte e armanezamento de todos os hidrocarbonetos, e garante que a PDVSA e todos os estes ou empresas estatais que desenvolvam atividades nesse ramo sigam sendo prioridade de todo o povo (artigos 302 e 303). Além disso, compromete o Estado a promover e desenvolver as atividades agropecuárias com critérios ecológicos e humanistas e com o objetivo de garantir a segurança alimentar do povo e a soberania do país nessa matéria (artigo 305).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. Sim por que resgata o BCV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma elimina a nefasta autonomia do Banco Central da Venezuela, que nos havia sido imposta pelas doutrinas econômicas neoliberais, e reorienta as atividades desse ente até a satisfação das condições monetárias, cambiais e financeiras necessárias para promover o crescimento e o desenvolvimento econômico e social da nação (artigos 318 e 321).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9. Sim porque contém uma nova definição das Forças Armadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma define a Força Armada Bolivariana como um corpo "patriótico, popular e antiimperialista", que "estará sempre a serviço do povo venezuelano em defesa de seus sagrados interesses e em nenhum caso a serviço de oligarquia alguma ou poder imperial estrangeiro" (artigo 328). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10. Sim porque avança até a integração latino-americana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma ordena ao Estado venezuelano fazer da integração latino-americana e caribenha um objetivo primordial de sua política internacional, com o propósito de configurar um bloqueio regional de poder político, econômico e social capaz de contem as pretensões imperialistas das grandes potências, dentro de um mundo pluripolar  (artigos 152 e 153). Isso significa que a Venezuela se comprometerá como nunca a fazer realidade os ideais bolivarianos de unidade continental e de solidariedade entre os povos, em sua luta pela emancipação real e o bem-estar coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11. Sim porque proíbe a discriminação e favorece a igualdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma proíbe qualquer forma de discriminação baseada em critérios de etnia, sexo gênero, idade, saúde, credo, orientação política, orientação sexual, condição social ou religiosa (artigo 21). Da mesma forma, a reforma estabelece pela primeira vez a igualdade efetiva de direitos políticos entre mulheres e homens, ao ordenar a paridade entre umas e outros em cargos de eleição popular (artigo 67). Além disso, a reforma faz obrigatórios o reconhecimento, o respeito e a promoção de todas as culturas constitutivas da nação venezuelana sob o princípio da igualdade entre todas elas (artigo 100).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12. Sim porque cria uma nova organização do território nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma estabelece uma gama de mecanismos flexíveis para a organização e administração do território, que farão possível atender de maneira mais efetiva as necessidades, potencialidades e características particulares de cada área, e que facilitarão o desenvolvimento do Poder Popular e as novas formas de democracia direta (artigo 16). Além disso, se consagra o "direito à cidade", entendo como o direito de todos os cidadãos e cidadãs a participar na gestão de sua cidade e a desfrutar eqüitativamente de um meio urbano digno e de qualidade (artigo 18).  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13. Sim porque dá fundamento jurídico às Missões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma dá hierarquia constitucional às Missões, como o que fica assegurada sua continuidade e sua permanência como instrumentos para a satisfação das necessidades mais urgentes das maiorias nacionais (artigo 141).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14. Sim porque estabelece uma verdadeira democracia nas universidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reforma reconhece, pela primeira vez na história, os trabalhadores e trabalhadoras das universidades como membros plenos direitos da comunidade universitária; estabelece os princípios da democracia participativa e protagonista para a vida interna das universidades, e garante o voto partidário de estudantes, professores e professoras, trabalhadores e trabalhadoras, para eleger as autoridades universitárias (artigo 109). Assim, se satisfaz uma demanda histórica das comunidades universitárias e se criam condições para a construção de uma genuína democracia nas universidades, tudo isso sem menosprezar a autonomia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15. E porque ao dizer "sim" à reforma ratificamos nosso apoio ao presidente Chávez, fortalecemos o governo revolucionário e damos novo impulso ao processo para que siga avançando.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-6055620614572047645?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=29126' title='Revolução Bolivariana - PCV apresenta 15 razões para votar com Chávez pelo &quot;sim&quot;'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/6055620614572047645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=6055620614572047645' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6055620614572047645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6055620614572047645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/12/pcv-apresenta-15-razes-para-votar-com.html' title='Revolução Bolivariana - PCV apresenta 15 razões para votar com Chávez pelo &quot;sim&quot;'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-5884143162187065297</id><published>2007-11-18T02:03:00.000Z</published><updated>2007-11-18T02:34:27.212Z</updated><title type='text'>Os caminhos do governo do PS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="tituloscor03"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;CAPÍTULO II&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="tituloscor03" align="center"&gt;Direitos, liberdades e garantias de participação    política&lt;/p&gt;  &lt;p class="subtituloscor03" align="center"&gt;Artigo 48º&lt;br /&gt;(Participação na vida pública) &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="textojustificado"&gt;1. Todos os cidadãos têm o direito de    tomar parte na vida política e na direcção dos assuntos    públicos do país, directamente ou por intermédio de representantes    livremente eleitos. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="textojustificado"&gt;2. Todos os cidadãos têm o direito de    ser esclarecidos objectivamente sobre actos do Estado e demais entidades públicas    e de ser informados pelo Governo e outras autoridades acerca da gestão    dos assuntos públicos.&lt;/p&gt;&lt;p class="textojustificado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Excertos de uma notícia do Diário de Notícias de 14-11-2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="arial_noticias_artigo" style="padding: 0pt 0pt 10px 10px; clear: left;"&gt; &lt;div style="margin: 10px 5px; padding: 10px; background-color: rgb(241, 241, 241); width: 262px;" class="arial_10_encarnado"&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="arial_azul_escuro"&gt;&lt;b&gt;Governo recusa divulgar critérios de escolha&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;span class="arial_8_cinzaclaro"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;JOÃO PEDRO HENRIQUES  e SUSETE FRANCISCO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div style="margin: 10px auto; width: 262px; text-align: center;"&gt;                                    &lt;img src="http://dn.sapo.pt/2007/11/14/157572.jpg" /&gt;      &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Apesar de várias pressões nesse sentido, algumas com origem em pesos-pesados da maioria socialista, o Governo recusa divulgar os critérios que o levarão a optar pela Ota ou por&lt;br /&gt;Alcochete para localização do novo aeroporto de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  Mário Lino explicou: "As variáveis da decisão de um projecto desta natureza não se decidem com base em quatro ou cinco critérios. É um pouco mais complexo e tem a ver com matérias onde tanto questões de ordem política, técnica e ambiental têm um peso muito grande". "Isto não é propriamente a adjudicação de uma autoestrada", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; "Há que tomar decisões e para tomar decisões é preciso critérios. Mas a tomada de decisões provoca sempre reacções, e não tenho dúvida que, se fosse apresentar critérios, ia logo ouvir que o Governo tinha escolhido aqueles critérios para chegar a determinada solução."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão para que esses critérios sejam divulgados voltou anteontem a aumentar, por via de uma intervenção pública do dirigente socialista António Vitorino. "Vou fazer de Marreta. Ando a dizer há mais de um ano que a análise da decisão beneficiaria se os critérios que vão presidir à decisão fossem enunciados antes da divulgação dos estudos técnicos", disse o ex-comissário europeu no seu espaço de comentário político na RTP-1.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; A exigência da divulgação imediata de critérios para a escolha - e dos seus pesos relativos na decisão final - é também comum a toda a oposição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; (...)»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ver notícia completa em&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2007/11/14/nacional/governo_recusa_divulgar_criterios_es.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2007/11/14/nacional/governo_recusa_divulgar_criterios_es.html"&gt;http://dn.sapo.pt/2007/11/14/nacional/governo_recusa_divulgar_criterios_es.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-5884143162187065297?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/5884143162187065297/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=5884143162187065297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5884143162187065297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5884143162187065297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/11/constituio-da-repblica-portuguesa.html' title='Os caminhos do governo do PS'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-6538803556673953046</id><published>2007-11-12T00:53:00.000Z</published><updated>2007-11-12T19:27:26.744Z</updated><title type='text'>Álvaro Cunhal sobre a Revolução Operária de Outubro de 1917 na Rússia</title><content type='html'>&lt;h1&gt;A revolução de Outubro e a &lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;questão do Estado &lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;Um texto de Álvaro Cunhal&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;Escrito por Revista «O Militante»&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;A forma da Ditadura do Proletariado instaurada pela Revolução de Outubro foi o poder dos sovietes de deputados operários, soldados e camponeses. No próprio dia 7 de Novembro de 1917, discursando pela primeira vez depois do triunfo da revolução, Lénine proclamou: «O velho aparelho de Estado será radicalmente destruído e será criado um novo aparelho de direcção na pessoa das organizações dos Sovietes.» («Relatório sobre as tarefas que incumbem ao poder dos Sovietes», Obras, edição francesa, vol. 26, p. 245)&lt;br /&gt;Os sovietes não foram uma criação artificial, decidida por teóricos num trabalho de gabinete. Os sovietes foram uma criação da classe operária e das massas trabalhadoras no decurso da luta revolucionária. Nascidos nas grandes batalhas políticas da Revolução de 1905-1907, reapareceram com o triunfo da revolução democrático-burguesa de Fevereiro de 1917 e ganharam tal amplitude que constituíram durante meses, até Julho de 1917, um órgão de poder paralelo do governo provisório da burguesia. O mérito de Lénine e do Partido Bolchevique não foi terem «inventado» os sovietes, mas terem sabido descobrir nesses organismos revolucionários criados pelas massas o órgão do poder no Estado proletário. Com a Revolução de Outubro, o poder do Estado passou para os sovietes. O primeiro Estado proletário foi e ainda é um Estado soviético.&lt;br /&gt;Eleitos, não numa base territorial, mas directamente nas fábricas, nas oficinas, nas herdades, nas aldeias, nas unidades militares, os sovietes tornaram-se, não apenas organismos representativos das classes trabalhadoras, mas a forma de intervenção directa das massas na direcção do Estado. Tomando apenas os primeiros 10 anos do poder soviético, cerca de 12 milhões e 500 mil pessoas foram deputados, membros de comités executivos e delegados a congressos dos sovietes. Os sovietes constituíram a forma de exercício do poder pelas vastas massas populares, a afirmação do carácter verdadeiramente democrático da primeira ditadura do proletariado.&lt;br /&gt;Todo o aparelho do primeiro Estado socialista deixou de ser orientado pelo centralismo burocrático característico dos Estados burgueses, para ser orientado pelos princípios do centralismo democrático. Como qualquer outro Estado, o novo Estado não era neutro nem se situava acima das classes. O novo Estado foi criado para servir a aliança do proletariado com o campesinato e com amplas camadas não proletárias de trabalhadores, para servir a maioria esmagadora da população contra a resistência das camadas desalojadas do poder. Mas, por isso mesmo, quebrado, destruído, esmagado o velho aparelho do Estado, o aparelho do novo Estado adquiriu um carácter profundamente popular.&lt;br /&gt;O Exército Vermelho nasceu do povo e da revolução. Provenientes da classe operária e do campesinato, os seus quadros forjaram-se no fogo da luta. Desde o primeiro dia, as unidades do Exército Vermelho estiveram indissoluvelmente ligadas à classe operária e aos camponeses, nas fábricas, nas aldeias, nos sindicatos. A justiça foi também profundamente democratizada. Através de juízes eleitos e de assessores populares, as massas trabalhadoras passaram a participar amplamente na sua administração. A milícia tornou-se um instrumento de defesa diária da segurança da população. Os funcionários passaram a ser eleitos e revocáveis. Como auxiliares do poder, os sindicatos participaram activamente na criação de organismos económicos, na elaboração dos planos de produção, no contrôle operário sobre os dirigentes das actividades económicas. Escolas de gestão económica e administrativa, viveiros de quadros, os sindicatos, assim como as cooperativas de camponeses e artesãos, desempenharam importante papel na democratização da vida política e económica. Os sovietes, os sindicatos, as comissões de fábrica enviaram milhares de trabalhadores para os ministérios (comissariados do povo), para os comandos do exército e da milícia, para os órgãos de planificação e de gestão industrial. Foram os operários da Siemens-Shukart que deram os quadros para o primeiro núcleo de funcionários o Comissariado dos Negócios Estrangeiros; os da fábrica Putilov para o Comissariado do Interior; os do bairro Víborg de Petrogrado para o Comissariado da Instrução. Em vez da velha burocracia ao serviço do capital, é todo o sangue novo do proletariado revolucionário que corre nas veias do novo aparelho do Estado.&lt;br /&gt;Pela primeira vez na história, as liberdades, a democracia, os direitos, deixaram de ser privilégio de uma minoria de exploradores para serem a forma de viver e de intervir na vida política e social das vastas massas populares. O Estado soviético suprimiu as desigualdades de direitos por motivo de origem social, do sexo, da instrução ou de crenças religiosas. Pôs à disposição dos trabalhadores os meios materiais para exercerem os seus direitos democráticos (edifícios, tipografias, rádio, ruas). Socializando os instrumentos e meios de trabalho, criou as condições para que o povo passasse a gerir a produção e as instituições económicas. O novo Estado socialista, a primeira ditadura do proletariado, constituiu, nas palavras de Lénine, «um novo tipo de democracia: o democratismo proletário» (Obras, edição francesa, vol. 33, p. 47).&lt;br /&gt;Numa passagem de brilhante clareza, Lénine pôs em confronto o novo Estado socialista com o Estado burguês anterior. «Ditadura de uma minoria – escreveu Lénine –, o antigo poder não podia manter-se senão por expedientes de polícia, pelo afastamento, pelo impedimento das massas populares de participarem no poder, de controlarem o poder. [...] Ditadura da imensa maioria, o novo poder não podia manter-se e não se mantinha senão graças à confiança da massa imensa, senão porque chamava toda a massa a participar no poder das maneira mais livre, mais larga e mais poderosa.» («Contribuição para a história da questão da ditadura», Obras, edição francesa, vol. 31, p. 364).&lt;br /&gt;A Revolução de Outubro mostrou na vida a justeza da teoria leninista do Estado e da Revolução. Nenhum governo teria sido capaz de pôr fim à exploração capitalista, de nacionalizar a indústria, os transportes, os bancos e a terra, de confiscar os latifúndios e entregá-los aos camponeses, de assegurar a igualdade das nações submetidas ao antigo império russo, de assegurar à mulher direitos iguais aos do homem, de encetar e levar a bom termo a obra grandiosa da edificação da sociedade socialista, se não dispusesse de um aparelho do Estado ao serviço dos operários e camponeses. Sem a destruição do antigo Estado (do aparelho da ditadura da burguesia), sem a criação do novo Estado (do aparelho da ditadura do proletariado) em bases amplamente democráticas, sem a participação real das massas na direcção política e económica, não teria sido possível realizar a revolução socialista.&lt;br /&gt;As formas de ditadura do proletariado podem variar e variam segundo as condições, os métodos e as circunstâncias de acesso da classe operária ao poder, segundo o grau de violência do acto revolucionário, segundo o grau de desenvolvimento do capitalismo, segundo a situação anterior e a arrumação das forças de classe, segundo o grau de resistência da burguesia reaccionária à construção do socialismo, segundo a conjuntura internacional e os auxílios externos à reacção interior.&lt;br /&gt;Lénine previa essa diversidade: «Todas as nações virão ao socialismo, isso é inevitável, mas não virão todas de uma maneira absolutamente idêntica; cada uma trará a sua originalidade em tal ou tal forma de democracia, em tal ou tal variedade de ditadura do proletariado, em tal ou tal variedade de ditadura do proletariado, em tal ou tal ritmo das transformações socialistas dos diferentes aspectos da vida social.» («Uma caricatura do marxismo», Obras, edição francesa, vol. 23, pp. 75-76)&lt;br /&gt;O Estado, por sua natureza, significa a «organização da violência», mas o exercício do poder pelo proletariado pode ser mais tolerante ou mais severo segundo as exigências da situação e em particular segundo a posição da própria burguesia. Na Revolução de Outubro, a violência revolucionária a que foi obrigado o poder soviético resultou da «resistência feroz, insensata, impudente e desesperada» da burguesia. Sem essa resistência, no dizer de Lénine, a «revolução teria revestido formas mais pacíficas» («Relatório sobre o trabalho no campo ao VIII Congresso do PC(b)R», Obras, edição francesa, vol. 29, p. 212). A destruição do velho aparelho do Estado e a criação de um novo aparelho podem não excluir o aproveitamento de formas tradicionais de organização, cujo carácter de classe seja transformado. A tarefa dos partidos comunistas não é transplantar mecanicamente para os países respectivos as formas que tomou a ditadura do proletariado noutros países, não é querer imitar outras revoluções, antes saber encontrar as formas do poder político dos trabalhadores segundo as particularidades nacionais e o curso do processo revolucionário.&lt;br /&gt;Quaisquer porém que sejam as formas, os traços essenciais da Revolução de Outubro conservam completa actualidade no sentido da sua «repetição histórica inevitável» e constituem, no que respeita à questão do poder, à questão do Estado, o mais rico arsenal de experiências e ensinamentos para o proletariado revolucionário de todos os países.&lt;br /&gt;Álvaro Cunhal, A questão do Estado, questão central de cada revolução, pp. 17-22.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-6538803556673953046?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/6538803556673953046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=6538803556673953046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6538803556673953046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6538803556673953046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/11/lvaro-cunhal-sobre-revoluo-operria-de.html' title='Álvaro Cunhal sobre a Revolução Operária de Outubro de 1917 na Rússia'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-5784132949051730181</id><published>2007-11-11T21:00:00.001Z</published><updated>2007-11-13T00:43:05.229Z</updated><title type='text'>A luta - Classe trabalhadora intensifica a resistência</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12 de Outubro de 2006&lt;/span&gt; - 100.000 trabalhadores em manifestação nacional em Lisboa por uma política diferente. Por uma política de Esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduRZqPIFI/AAAAAAAAABs/DISLGSRQXqQ/s1600-h/12+de+outubro.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduRZqPIFI/AAAAAAAAABs/DISLGSRQXqQ/s400/12+de+outubro.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131691545636839506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;25 de Novembro de 2006&lt;/span&gt; - dezenas de milhar de trabalhadores manifestam-se, novamente contra a política anti-trabalhadores do governo, em todo o país (foto da manifestação em Lisboa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduRpqPIGI/AAAAAAAAAB0/-QYxRHd8dqk/s1600-h/25+de+Novembro-06.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduRpqPIGI/AAAAAAAAAB0/-QYxRHd8dqk/s400/25+de+Novembro-06.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131691549931806818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 de Março de 2007&lt;/span&gt; - 150.000 trabalhadores em grandiosa manifestação nacional em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduR5qPIHI/AAAAAAAAAB8/qR7Mkk2nrNU/s1600-h/2+de+mar%C3%A7o.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduR5qPIHI/AAAAAAAAAB8/qR7Mkk2nrNU/s400/2+de+mar%C3%A7o.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131691554226774130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5 de Julho de 2007&lt;/span&gt; - 20.000 trabalhadores manifestam-se em Guimarães contra a política social e laboral da UE. Era Quinta-Feira e não houve pré aviso de greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduT5qPIII/AAAAAAAAACE/Yms8ej2rEbs/s1600-h/5+de+julho+guimaraes.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduT5qPIII/AAAAAAAAACE/Yms8ej2rEbs/s400/5+de+julho+guimaraes.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131691588586512514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;18 de Outubro de 2007&lt;/span&gt; - mais de 200.000 trabalhadores manifestam-se em Lisboa por uma Europa social com Direitos; contra o desemprego e a flexigurança. E contra a política de despudorado neo-liberalismo do Governo que não recua (ou finge não recuar) no objectivo de dar mais milhões para os monopólios, retirando de quem trabalha e os sustenta. Mas a luta continua... e continua cada vez mais forte e consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduUJqPIJI/AAAAAAAAACM/0O733x-J7pc/s1600-h/18+de+outubro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduUJqPIJI/AAAAAAAAACM/0O733x-J7pc/s400/18+de+outubro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131691592881479826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-5784132949051730181?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/5784132949051730181/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=5784132949051730181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5784132949051730181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/5784132949051730181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/11/luta-classe-trabalhadora-intensifica.html' title='A luta - Classe trabalhadora intensifica a resistência'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RzduRZqPIFI/AAAAAAAAABs/DISLGSRQXqQ/s72-c/12+de+outubro.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-2081578727441149810</id><published>2007-05-19T04:43:00.000+01:00</published><updated>2007-05-19T04:44:34.856+01:00</updated><title type='text'>Todos na Greve Geral</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/Rk5ylnkya-I/AAAAAAAAAAg/Ggi9vnimTaQ/s1600-h/cartaz_450.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/Rk5ylnkya-I/AAAAAAAAAAg/Ggi9vnimTaQ/s400/cartaz_450.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066112621442395106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-2081578727441149810?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/2081578727441149810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=2081578727441149810' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/2081578727441149810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/2081578727441149810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/05/todos-na-greve-geral.html' title='Todos na Greve Geral'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_BXfytmCsyW4/Rk5ylnkya-I/AAAAAAAAAAg/Ggi9vnimTaQ/s72-c/cartaz_450.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-6751067707673786712</id><published>2007-04-25T00:58:00.000+01:00</published><updated>2007-04-25T01:09:27.224+01:00</updated><title type='text'>Novas Oportunidades</title><content type='html'>O próximo texto é de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vasco Cardoso&lt;/span&gt; e foi publicado na rubrica "Actual", como artigo de opinião, do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Avante!&lt;/span&gt; de 19/04/2007, a propósito do programa "Novas Oportunidades" lançado  pelo governo. Eu não encontraria melhor forma de desmascarar mais uma operação de marketing  deste governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Por entre anúncios televisivos a champôs e a batatas fritas, ter-se-á já seguramente reparado na campanha que o Governo decidiu promover a propósito de uma iniciativa sua, o chamado Programa Novas Oportunidades que, só por acaso, foi apresentado pelo Primeiro Ministro à mesma hora e no mesmo dia em que decorria a maior manifestação de jovens trabalhadores dos últimos anos. Nesta propaganda oficial é possível observar imagens de figuras conhecidas como Carlos Queirós a cortar relva, Judite de Sousa a vender jornais ou Pedro Abrunhosa a limpar uma sala de espectáculos, terminando cada uma das peças com a frase: este é o fulano(a) tal que não acabou os estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que leva a escrever estas linhas não é tanto a forma propagandística em que este Governo se especializou para mascarar a sua política – quem fecha 1400 escolas e se prepara para encerrar mais 900 não deve andar muito preocupado com a qualificação da população – mas, sobretudo, o conteúdo da mensagem destes anúncios, reveladora, no mínimo, de algumas concepções desta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde logo, a ideia que se procura transmitir de que o prosseguimento ou não dos estudos resulta (ou resultou) de uma qualquer opção individual, de uma falta de consciência ou perspectiva, ou mesmo de uma preguiça colectiva que levou a que uma grande parte da população portuguesa se tenha, ao longo de anos, baldado às aulas e ficado pela escolaridade mínima. Mais: que para tal não concorreram as condições económicas e sociais do próprio, a opção entre trabalhar para sobreviver ou estudar, os custos e as condições de acesso cada vez mais exigentes, sobretudo, à medida em que se eleva o nível de ensino. Em resumo, procura-se transferir o gravíssimo problema do abandono e insucesso escolar para a população e absolve-se as políticas de sucessivos Governos de elitização do ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra ideia resulta da forma como se procura desvalorizar socialmente algumas profissões relativamente a outras, atribuindo um conteúdo negativo – e até revelador de incapacidade – às profissões exemplificadas, não se lhes reconhecendo valor e utilidade económica e projectando a ideia de que o trabalho manual e produtivo é um trabalho inferior, desqualificado, logo...mal pago. E, sobretudo, não se reconhecendo dignidade - sim, dignidade – a que qualquer trabalhador tem direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha do governo fala em novas oportunidades para muitos que nunca tiveram uma oportunidade na vida. Para nós, a questão não está em ter novas oportunidades mas novas condições e novas políticas para estudar e trabalhar.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-6751067707673786712?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/6751067707673786712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=6751067707673786712' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6751067707673786712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/6751067707673786712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/04/novas-oportunidades.html' title='Novas Oportunidades'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-111108238330239579</id><published>2007-04-05T00:12:00.000+01:00</published><updated>2007-04-05T00:16:21.713+01:00</updated><title type='text'>RTP - 50 anos a servir Portugal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RhQxYbDI33I/AAAAAAAAAAQ/DVA52WU2hsk/s1600-h/Anivers%C3%A1rio+RTP.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RhQxYbDI33I/AAAAAAAAAAQ/DVA52WU2hsk/s400/Anivers%C3%A1rio+RTP.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049715377836711794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-111108238330239579?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/111108238330239579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=111108238330239579' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/111108238330239579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/111108238330239579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/04/rtp-50-anos-servir-portugal.html' title='RTP - 50 anos a servir Portugal'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_BXfytmCsyW4/RhQxYbDI33I/AAAAAAAAAAQ/DVA52WU2hsk/s72-c/Anivers%C3%A1rio+RTP.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-7323642171747774640</id><published>2007-02-10T01:41:00.002Z</published><updated>2007-02-10T02:19:04.354Z</updated><title type='text'>A posição dos Comunistas face ao problema do aborto ou  resposta à plataforma Não obrigada sobre a utilização do Avante! na sua campanha pelo não</title><content type='html'>Resolvi responder a um mail que me enviaram com a reprodução de um editorial do Avante! de 1937, que está no blog da plataforma Não obrigada no categoria "Razões do Não".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.Transcrição do texto do Avante! de Novembro de 1937:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;color:blue;"   &gt;Editorial &lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;color:blue;"   &gt;Resposta da Direcção &lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;color:blue;"   &gt;PORQUE É PROIBIDO O ABORTO NA URRS?&lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;color:blue;"   &gt;Damos imediata resposta a esta pergunta, formulada por algumas operárias do Barreiro. O aborto é um acto inteiramente anormal e perigoso, que tem roubado não poucas vidas e tem feito murchar não poucas juventudes. O aborto é um mal terrível. Mas, na sociedade capitalista, o aborto é um mal necessário, inevitável, benfazejo até. Na sociedade capitalista um filho significa, para os trabalhadores, mais uma fonte de privações, de tristezas e de ameaças. Quem tem filhos — diz-se — tem cadilhos. Pode-se imaginar algo mais doloroso que uma família de operários obrigados a sustentar, dos seus miseráveis salários, 5 ou 6 filhos? É a fome, o raquitismo, a tuberculose, a tristeza da vida, vivida em promiscuidade. E que futuro espera essas crianças? Serem uns desgraçados… como dizem as nossas mulheres. Por isso a mulher do [?] capitalista é obrigada a sacrificar o doce sentimento da maternidade , é obrigada a recorrer, tantas vezes com o coração sangrando, ao aborto. Por isso, a proibição do aborto, na sociedade capitalista, é uma hipocrisia e uma brutalidade. Na URSS, a situação é tão diferente como é diferente a noite do dia. Na URSS não há desemprego, não há miséria; há abundância de produtos. Tanto a mulher como o homem recebem salários que satisfazem as necessidades. A mulher grávida tem 4 meses de férias durante o período da gravidez, com os salários pagos. Há maternidades, creches, jardins de infância e escolas por toda a parte. O Governo soviético dá prémios que vão até 5 mil rublos para as mães que tenham mais de 5 filhos, etc. Ser mamã é uma das maiores aspirações das jovens soviéticas. ?E onde há uma esposa que não quisesse ser mamã sabendo que o mundo floria para acolher o seu menino? Sabendo que o seu filho não seria um desgraçado mas um cidadão livre da grande República do Socialismo? A criança, na URSS, deixou de ser um motivo de preocupações, para se tornar numa fonte luminosa de alegria e de felicidade. O aborto perdeu portanto a sua única justificação; tornou-se desnecessário. Por isso, o Governo Soviético resolveu propor ao povo trabalhador, a abolição da liberdade de praticar o aborto — liberdade essa concedida a título provisório, nos primeiros tempos da República Soviética quando esta gemia sob o peso da fome e da peste, ocasionadas pela guerra e pela contra revolução capitalista. Depois de discutirem amplamente a lei proposta pelo Governo Soviético, as mulheres e todo o povo trabalhador aprovaram essa lei que correspondia inteiramente às condições de existência livre e feliz que gozam os que trabalham na grande Pátria do Socialismo triunfante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. A minha resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar tento descortinar qual a razão que leva essa plataforma a utilizar o que é dito neste Avante!, como  forma de fazer campanha pelo não. Não percebo... E não percebo pois a posição expressa no texto, face ao problema do Aborto, é muito simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade em que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - É baixa a condição de vida da maioria das pessoas, em que milhões vivem em pobreza declarada (2 milhões em Portugal actualmente vivem no limiar da pobreza extrema)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Impera o desemprego e o emprego precário e sem direitos, fazendo de quem é obrigado a vender a sua força de trabalho para poder sobreviver (na maioria dos casos em troca de salários baixos), uma massa de explorados no seu trabalho e socialmente desprotegidos,  por via da   desresponsabilização do Estado Capitalista no que diz respeito à sua obrigação de providenciar ao povo saúde, educação, segurança social entre outros serviços públicos essenciais ao bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade com estas características existem muitos e graves problemas. Um deles é o facto de muitas mulheres terem necessidade de recorrer à interrupção de uma gravidez que não desejam ou que, desejando, não têm possibilidades de levar até ao fim e por isso tomam essa dolorosa decisão, que mais dolorosa se torna quando quando há uma lei que diz que elas são criminosas, estando sujeitas a julgamentos em tribunal e à real possibilidade de prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é a lei criminalizadora que faz com que as mulheres que decidem interromper uma gravidez não o façam. Pelo contrário. As das classes altas fazem-no no estrangeiro em perfeitas condições de higiene e segurança. As outras, as que têm um salário que mal dá para comer, ou as desempregadas, ou as jovens que nem idade têm para trabalhar e que não tiveram a sorte de sair ao mundo numa familia rica, essas são lançadas no mercado negro do aborto clandestino. Sem higiene, sem os instrumentos, sem acompanhamento médico, muitas vezes sem sequer  qualquer companhia de um amigo ou familiar por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se o objectivo era dizer "Ah e tal, afinal os comunistas eram contra o aborto e até na URSS ele foi proibido!"  eu digo sim, os comunistas portugueses de 1937 eram contra o aborto, assim como os de hoje são. O que os comunistas de 1937 tinham, como os de hoje têm, era a consciência de que esse é um mal que existe e que, sob pena de lançar na clandestinidade milhares de mulheres - criando um mercado clandestino muito lucrativo por um lado, um grave problema de saúde pública por outro e ainda uma segregação medieval das mulheres por outro - tem que se adaptar o Direito, a Lei à realidade existente. E a realidade tem que ser transformada no sentido da elevação do bem-estar e das condições materiais de vida das populações em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Com emprego estável e com direitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Com uma educação democrática, pública e universal organizada no sentido de, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de verdade&lt;/span&gt;, preparar os jovens não para o dito "mercado de trabalho", mas para a vida em sociedade, dando-lhes as condições para o seu desenvolvimento individual enquanto seres-humanos livres de agir e pensar por si&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Com um sistema público e gratuito de saúde que, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de facto&lt;/span&gt;, esteja em consonância com as necessidades das populações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Com um sistema de Segurança Social que promova a protecção &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;real &lt;/span&gt;dos mais carenciados e assegure pensões dignas a quem já não trabalhe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Com uma sociedade que não se baseie no lucro de alguns e na ruína de muitos, mas sim no Ser-Humano e nas suas aspirações individuais que resultam da sua vida em sociedade. Onde não reine a mentalidade da competição feroz para alcançar objectivos, mas que estes o sejam através da cooperação e da solidariedade entre os indivíduos e da paz e internacionalismo entre os povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à URSS o aborto foi despenalizado em 1920, três anos após a Revolução Socialista, precisamente porque se reconheceu que a proibição não acabava com ele, em virtude de as causas estruturais do mesmo ainda não terem sido derrubadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1936 consideraram-se ultrapassadas essas causas estruturais através da elevação geral das condições de vida de populações que agora tinham um elevado nível de emprego, acesso à saúde, à educação, uma legislação laboral mais avançada e progressista, de clara defesa do trabalhador e dos seus direitos, do que alguma vez tivemos em Portugal, onde, na prática,  apenas nos aproximámos durante os Governos de Vasco Gonçalves e que tem vindo a ser destruído por todos os governos constitucionais do pós-25 de Abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando o texto: "A mulher grávida tem 4 meses de férias durante o período da gravidez, com os salários pagos. Há maternidades, creches, jardins-de-infância e escolas por toda a parte. O Governo soviético dá prémios que vão até 5 mil rublos para as mães que tenham mais de 5 filhos, etc."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E considerando ultrapassadas ou pelo menos tendo essas causas estruturais (que radicavam na essência do Capitalismo)  uma importância já diminuta, a URSS volta a penalizar o aborto, segundo sei de uma forma flexível que tentava sempre ter em consideração a dignidade da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas independentemente do que aconteceu na URSS, os comunistas portugueses de 1937, como os de hoje, souberam identificar as causas estruturais do aborto que, repete-se, radicam na essência do sistema capitalista, e sabem que a penalização da mulher que se vê forçada a abortar clandestinamente não é a solução perante a realidade de então e de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluímos, portanto, que não é por causa da posição dos comunistas sobre o tema, pois essa, seja em 1937 ou em 2007, foi e mantém-se a mesma, que o Não obrigada foi buscar este texto do Avante! de 1937 e chamar-lhe "razões para o não", como o fazem no seu blog.  E como os defensores do aborto clandestino, onde se inclui o Não obrigada,  são e sempre foram contra a posição dos comunistas, então não pode ser por aí que se desvenda o mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única razão plausível que encontro é a linguagem utilizada pelos camaradas dos anos 30 para descrever a sua opinião sobre o aborto. Não sobre a mulher que aborta, mas sobre o aborto em si mesmo. Citando do texto:  "O aborto é um acto inteiramente anormal e perigoso, que tem roubado não poucas vidas e tem feito murchar não poucas juventudes. O aborto é um mal terrível."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ironicamente, estas são palavras tiradas a papel químico de alguns dos que nesta campanha referendária defendem o não. Ou seja, daqueles que defendem o aborto clandestino totalmente liberalizado. Donde se conclui que a linguagem do Não obrigada tem pelo menos 70 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que o resto do texto também está lá e quem o ler com atenção e tiver em conta o ano em que for escrito, conseguirá concluir o mesmo que acima foi dito: O aborto é um mal, mas na realidade social do presente, a sua criminalização atira (nunca é demais repetir) milhares de mulheres portuguesas para o aborto clandestino com graves custos para a sua saúde e para o país devido a movimentar milhões numa economia paralela não controlada pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que se deve acabar com este flagelo nacional dando condições para que cada mulher, até às 10 semanas de gravidez possa, devidamente acompanhada por profissionais de saúde decidir em plena consciência se interrompe, ou não, a gravidez. Se o decidir fazer não terá que sentir em cima o peso da marginalização que a actual lei lhe impõe chamando-lhe criminosa e ameaçando com julgamentos humilhantes e com pena de prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supondo que nem todos os visitantes desta página do site do Não obrigada são anti-comunistas primários e sabem pensar para além do que querem impor aos outros, eu digo que esta foi uma boa ajuda ao esclarecimento do que está em causa neste referendo e que se visto com seriedade poderá levar a uma mudança do não para o sim em muito boa gente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-7323642171747774640?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/7323642171747774640/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=7323642171747774640' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/7323642171747774640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/7323642171747774640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/02/posio-dos-comunistas-face-ao-problema.html' title='A posição dos Comunistas face ao problema do aborto ou  resposta à plataforma Não obrigada sobre a utilização do Avante! na sua campanha pelo não'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-4188137876490930204</id><published>2007-02-02T13:46:00.000Z</published><updated>2007-02-02T13:57:59.681Z</updated><title type='text'>Referendo IVG - Sátira perfeita que explica como pensam os defensores da criminalização das mulheres</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JtDRKmuRwB4"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JtDRKmuRwB4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-4188137876490930204?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/4188137876490930204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=4188137876490930204' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/4188137876490930204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/4188137876490930204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2007/02/referendo-ivg-stira-perfeita-que.html' title='Referendo IVG - Sátira perfeita que explica como pensam os defensores da criminalização das mulheres'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116266182772937942</id><published>2006-11-04T17:10:00.000Z</published><updated>2006-11-05T01:54:29.210Z</updated><title type='text'>Anti-comunismo à solta no DN - II</title><content type='html'>Na notícia de Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2006, sobre o PCP e a Coreia do Norte (ver post anterior), o DN não só se limita a inventar uma divisão no PCP devido aos seus «elogios à Coreia do Norte», como o faz na base da mais completa deturpação das referências que o PCP tem feito sobre a mesma quando no Avante! ou em comunicados do Comité Central, o partido faz a sua análise e apreciação da situação política internacional.  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em todas essas referências, o PCP não fala em virtudes ou defeitos do regime norte-coreano, não defende a militarização da peininsula da Coreia, não apoia testes nucleares, seja de quem for, não se diz em sintonia com qualquer modelo económico-político, seja de que país for.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Mas vamos desmascarar todas as mentiras ditas no DN.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ainda na notícia principal diz o DN que «Na segunda-feira, o Comité Central exprimiu "solidariedade" ao líder comunista Kim Jong-il, "perante a escalada imperialista na Península da Coreia". Dois dias depois, a bancada parlamentar comunista foi a única a alinhar com Pyongyang, recusando apoiar um voto de protesto contra o teste nuclear efectuado na Coreia do Norte. E a edição desta semana do Avante! dedica uma página às teses oficiais daquele país, sob o título "Pyongyang quer a paz mas não teme a guerra" (ver caixa).»&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Primeira mentira - o Comité Central do PCP não exprimiu solidariedade a Kim Jong-il. O que o comunicado do CC fala é em solidariedade com os povos que resistem ou mais sofrem com a política do imperialismo, entre os quais (e muitos são enumerados no comunicado) está o povo da RPDC. Passo a transcrever integralmente o 5º ponto do comunicado do CC:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;«O Comité Central sublinhou a necessidade de continuar a dar uma grande atenção ao acompanhamento da situação internacional e promover iniciativas de esclarecimento e luta contra a política agressiva dos EUA e seus aliados e de solidariedade com os povos vítimas das agressões, ingerências e ameaças do imperialismo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Comité Central chama a atenção para a situação no Médio Oriente e Ásia Central que continua particularmente grave e encerra grandes perigos de envolver toda a região numa guerra de incalculáveis proporções. Os EUA e as grandes potências da NATO respondem à forte resistência dos povos do Afeganistão e do Iraque com o reforço das forças militares de ocupação e a intensificação da sua acção repressiva e destruidora. No Líbano, onde o invasor sionista sofreu um enorme revés e, a coberto de uma resolução da ONU inaceitável, estão a concentrar-se forças poderosas, que põem em causa a soberania deste país e são uma séria ameaça para países como a Síria e o Irão. Prossegue a criminosa e quotidiana agressão contra o povo palestiniano perante o silêncio cúmplice da União Europeia e da chamada «comunidade internacional». A luta para por termo à agressão imperialista no Médio Oriente e por uma paz justa e duradoura na região continua na ordem do dia e passa pela retirada das tropas imperialistas invasoras, pela condenação da política de terrorismo de Estado de Israel e pela aplicação urgente das resoluções da ONU que exigem a retirada de Israel dos territórios ocupados em 1967 e o reconhecimento de um Estado palestiniano independente com capital em Jerusalém.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Perante a escalada imperialista no Médio Oriente, na Península da Coreia e em outros pontos do mundo, nomeadamente em África, adquire particular importância o desenvolvimento da luta por uma política externa independente, contra a utilização do território nacional e a participação de forças armadas portuguesas em operações de agressão e de guerra contra outros povos. O PCP reitera a sua firme oposição a que militares portugueses integrem a força da UNIFIL no Líbano e reclama o regresso daqueles que na Bósnia, no Kosovo, no Afeganistão, no Congo e noutros países se encontram ao serviço de uma estratégia que nada tem a ver com os interesses do povo português e dos povos dos respectivos países.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Comité Central alerta uma vez mais para os ataques a liberdades, direitos e garantias fundamentais que acompanham a ofensiva de guerra do imperialismo em que, a pretexto da chamada «guerra ao terrorismo», se pretendem branquear, banalizar e mesmo legalizar práticas repressivas e de natureza fascista, como no caso dos sequestros, prisões secretas, tortura, assassinato político. Nesse sentido expressa a mais profunda indignação pela decisão do Congresso dos EUA que expressamente «legaliza» o recurso a torturas como as da «estátua», do sono e outras, praticadas em Portugal pela PIDE. O PCP exige do Governo português a condenação inequívoca de tão grave decisão e o cabal esclarecimento da utilização de território português para voos e operações criminosas da CIA.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Comité Central valoriza e saúda os processos de resistência e de luta que prosseguem por todo o mundo, expressando em particular a sua solidariedade: ao povo de Timor-Leste e à Fretilin, que enfrentam a continuada conspiração do imperialismo e da reacção interna; ao povo da Guiné-Bissau e ao PAIGC que acabam de celebrar o 50.º aniversário da fundação do partido de Amílcar Cabral; ao povo do Brasil e à coligação de esquerda que apoia a reeleição do Presidente Lula contra o regresso da direita reaccionária; aos comunistas e ao povo coreano pela reunificação pacífica da sua pátria e contra o bloqueio económico e as ameaças de agressão imperialista à RPDC; ao povo e aos comunistas cubanos empenhados na defesa da sua revolução e na luta pela libertação dos cinco patriotas encarcerados nos EUA.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Comité Central do PCP avalia positivamente a revitalização do Movimento dos Não Alinhados, de que a recente Cimeira realizada em Havana foi importante expressão, pelo seu contributo para contrariar as teses e os objectivos hegemónicos dos EUA, projectando a soberania nacional como um valor inalienável dos povos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Comité Central reitera o empenho internacionalista do PCP, o seu apoio firme e de princípio a todos os povos e forças que se batem, se necessário de armas na mão, contra a exploração e agressão imperialistas, pelo direito à escolha do seu próprio destino. Combatendo todas e quaisquer tentativas de criminalização das forças progressistas e revolucionárias e determinando em plena independência a sua política e relações internacionais, o PCP prosseguirá a sua acção em prol do reforço do movimento comunista e da frente mundial de luta contra o imperialismo. Nesse sentido reveste-se de grande importância a realização em Lisboa do próximo Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários.»&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nem uma referência a Kim Jong-il; nenhuma frase de apoio ao "regime norte-coreano". O apoio e a solidariedade são para os povos e os resistentes deste mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segunda mentira - A bancada parlamentar do PCP não alinhou com Pyongyang. Mas o que a bancada parlamentar também não fez foi pactuar com a condenação de uns, nomeadamente a Coreia do Norte que após décadas de isolamento e ameaças, sem nunca ter atacado ou ameaçado ninguém, se sente de tal maneira em perigo de um ataque nuclear imperialista, que firma querer ter armas nucleares para dissuadir o império de utilizar as suas; e ao mesmo tempo mais uma vez não se condena os EUA que possuem milhares de ogivas prontas a destruir o mundo, que não abdicam de invadir, ocupar e destruir nações soberanas e independentes e que carregam a culpa de terem sido os únicos na História a lançar bombas nucleares sobre cidades de outro país matando instantaneamente centenas de milhar de pessoas inocentes.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Terceira mentira - O Avante! e as «teses oficiais» da Coreia do Norte:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;«Sintonia com o regime de Pyongyang»&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Este é o título da caixa para a qual faz chamada o texto principal.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Aqui o DN utiliza um artigo do Avante! de 19-10-2006 onde é exposto um comunicado do governo da RDPC sobre o teste nuclear e a reacção do imperialismo ao mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O DN é desonesto e mentiroso. Atribui ao Avante! e ao PCP frases que são transcritas do comunicado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Aqui se transcreve o texto do DN na integra:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;«"A República Popular Democrática da Coreia tinha razão quando se decidiu pela opção nuclear", lê-se esta semana na edição do Avante!. O órgão oficial do PCP concede um extenso espaço à versão oficial das autoridades norte-coreanas, sob o título "Pyongyang quer a paz mas não teme a guerra". O jornal dos comunistas portugueses cita largamente um counicado oficial do regime comunista que vigora há seis décadas no norte da Península Coreana, sublinhando que Pyongyang recusa cumprir a Resolução 1718, aprovada por unanimidade, a 14 de Outubro, no Conselho de Segurança da ONU. A resolução das Nações Unidas exige o termo dos testes nucleares no país e ameaça com sanções económicas e comerciais. "Esta é uma posição imoral e totalmente desprovida de imparcialidade", lê-se no Avante!. O jornal oficial dos comunistas portugueses sublinha ainda a "inutilidade de tentarem pôr o país de joelhos".»&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em primeiro lugar a noticia do Avante!, no âmbito dos factos ocorridos, transcreve passagens do comunicado da RPDC, coisa que o parcial DN não fez. Alás toda a comunicação social apressou-se a unicamente condenar a RPDC, repetindo até à exaustão o que a administração norte-americana alvitrou, sem nunca fazer uma análise séria à complexidade da questão, continuando a esconder, por exemplo, o sofrimento de um povo que se vê na miséria, antes de mais, pelo cobarde bloqueio económico que lhe é feito pelos paises submissos ao imperialismo norte-americano.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em segundo lugar, o DN ao escrever "lê-se no Avante!", está claramente a imputar a autoria do que se "lê no Avante!" ao próprio Avante! e, consequentemente, ao PCP. Principalmente a última frase, que repito : «O jornal oficial dos comunistas portugueses sublinha ainda a "inutilidade de tentarem pôr o país de joelhos".» Aqui a mentira é total e descarada, pois qualquer pessoa que leia esta frase fica imediatamente a pensar que foram o Avante! e o PCP a tomar a defesa da RPDC e a avisar os EUA e aliados de que esta não se ajoelharia. Só que o que o DN está a fazer é uma criminosa manipulação da mente dos seus leitores, pois se lermos de facto o Avante!, percebemos que, o que o DN também leu e subverteu são excertos do comunicado de RPDC, devidamente assinalados com aspas. Isto é, são transcrições e não opiniões.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;                             __________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O anti-comunismo cresce. Em Portugal e no Mundo as campanhas de desinformação estão mais fortes e a propaganda mentirosa sobre o comunismo aumenta a par da acção do imperialismo para dominar o mundo. A guerra anti-terrorista foi o pretexto. Hoje em dia a repressão e a fascização das potências imperialistas são um facto. Os EUA legalizaram métodos de tortura que a PIDE usava nos seus "interrogatórios". Na Républica Checa a Juventude Comunista foi ilegalizada por ter como objectivo uma sociedade baseada na propriedade colectiva. Já foi tentado no Parlamento Europeu a criminalização do uso da foice e do martelo como símbolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal existe um partido comunista com 85 anos de história que não deixou de ser o que sempre foi, marxista-leninista. Um partido que nunca deixou de estar com os trabalhadores. Um partido que com eles trabalha e com eles quer transformar a sociedade portuguesa. Um partido que face à gravidade da ofensiva do capital ganha força. É coerente e consequente, logo os trabalhadores, que crescentemente ganham consciência da sua classe e de que são subjugados por outra dominante e minoritária, percebem que o PCP é o seu partido. Repito, o partido ganha força e acrescento: e com isso ganha força a luta consciente e organizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta dos trabalhadores portugueses contra a política governamental de direita está em crescendo. Foram 100.000 que estiveram na rua. E o governo tremeu. Tremeram os comentadores de serviço. De todos os quadrantes se ataca o PCP porque começam a ter medo da sua força. Até aparece a tendência socialista da CGTP que promoveu um encontro a que compareceram meia duzia de sindicalistas e um batalhão de repórteres e jornalistas para ouvir dizer que as manifestações contra Sócrates, onde quer que ele vá, são obra do PCP. Eu digo mais, são obra do PCP e dos trabalhadores que foram enganados pelo PM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o motivo pelo qual aparecem notícias como a do DN. E no Expresso (mais uma notícia sobre a Coreia do Norte e as FARC - edição de 04-11-2006). E nos outros jornais, e na televisão... É o medo que eles têm  da luta dos trabalhadores, luta essa que tem no PCP o motor da sua consciência e objectividade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116266182772937942?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116266182772937942/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116266182772937942' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116266182772937942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116266182772937942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/11/anti-comunismo-solta-no-dn-ii.html' title='Anti-comunismo à solta no DN - II'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116164770305924184</id><published>2006-10-24T00:00:00.000+01:00</published><updated>2006-11-04T18:01:55.360Z</updated><title type='text'>Anti-comunismo à solta no DN - I</title><content type='html'>O DN é mentiroso, rasco, asqueroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É reles, é baixo e descarado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam bem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição de Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com chamada na 1ª página, o DN publica na pag. 5 um artigo com um título a bold e com tamanho de letra 36 que nos informa: «Elogios à Coreia do Norte dividem militantes do PCP»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início já se desmascaram um pouco ao dizer que desta posição (do PCP) «se demarcam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;militantes e ex-filiados&lt;/span&gt;»&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;. &lt;/span&gt;afinal, se calhar, já não são tão militantes assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa-me a cheirar a "renovadores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção, se algum dos visados for um camarada que, apesar de ter ido para o DN dizer e falar de coisas sem sentido e que prejudicam o partido, não tiver nada a ver com os "renovadores comunistas", apresento as minhas desculpas, mas não deixo de dizer a esse camarada que procedeu mal e agiu como os que o são de facto agiram há não muito tempo atrás. Deixo aqui a minha veemente critica discordante quanto ao meio, à forma e ao local onde exprimiram a sua opinião, por razões que adiante se apontam. Aqueles que forem ex-militantes (o DN não especifica quem dos três já não é militante do partido), esses não tenho dúvidas que fazem parte da "renovação", ou, neste momento de algum outro partido político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos ver:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é «dirigente da Fenprof e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ex-cabeça-de-lista&lt;/span&gt; do PCP pelo distrito de Coimbra».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é «&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;antigo membro do Comité Central&lt;/span&gt;, hoje sem cargos directivos no partido» e «dirigente do movimento cívico Não Apaguem a Memoria».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro é «&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ex-membro do Comité Central&lt;/span&gt; comunista».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui há que deixar uma idéia que convém reter: não é por se ser ex-cabeça de lista, ex-membro do comité central ou por não se pertencer a nenhum coletivo de direcção que não se é um camarada válido e importante no trabalho do partido. Há muitos camaradas mais velhos que hoje cedem lugar aos mais novos nos organismos de direcção por via do esforço feito, com alguns resultados positivos, para o reforço e rejuvenescimento do partido. Isto reflectir-se-á também nas listas de candidatos do PCP em todas as eleições. Há também camaradas que saiem dos organismos de direcção por alterações orgânicas ocorridas nas organizações que podem levar à diminuição do número de membros desse organismo. O que não quer dizer que aquele camarada que sai deixa de fazer parte do colectivo partidário.&lt;br /&gt;No PCP não há promoções nem despromoções. Há responsabilidades que são assumidas e das quais tem que se prestar contas ao colectivo, sim, isso há. E há uma avaliação constante do trabalho feito pelas e nas organizações. E, logicamente, por vezes tem que se fazer ajustes e pequenas modificações. Sempre pelo colectivo partidário mas nunca contra o militante, ou o quadro do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma observação e uma explicação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A observação: Apenas que dos "militantes" ouvidos sobre esta "divisão" no PCP, nenhum representa a "outra parte". A parte dos que concordam com os "Elogios à Coreia do Norte".&lt;br /&gt;E porquê? Porque a noticia é falsa. Não há outra parte. Não há divisão no PCP sobre o tema, simplesmente porque a posição do PCP é adulterada, ou antes, (re)inventada pelo DN.&lt;br /&gt;Esta é uma notícia fabricada artificialmente com entrevistados artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação: Porque é que o meu olfacto suspeita da renovação? É simples, nenhum militante do partido, que em consciência o é e não quer prejudicá-lo, vai para o DN dizer o que lhe vai na alma. Em primeiro lugar porque a posição do PCP (deixamos para mais tarde) é coerente com o que o partido defende. Depois porque ninguém ouviu ou viu escrito pelo partido que apoia qualquer tipo de corrida às armas nucleares ou qualquer coisa sequer de parecido (também mais tarde lá iremos). Em segundo lugar porque não haveria comunista deste partido, que o seja de alma e coração, e que preferia ir ao DN contar as suas mágoas e revoltas pela posição do partido a expor ao próprio partido as suas opiniões divergentes, debatendo-as dentro e não fora do colectivo partidário. Sim porque este comunista sabe que ao ir para o DN irá alimentar a raiva dos cães anti-comunistas que conseguem influenciar a opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, temos que duvidar que o DN não tenha deturpado o sentido do que foi dito por cada um dos entrevistados. Até porque do primeiro e do segundo não se vê um indício sequer que estejam no meio de uma divisão interna do partido. O primeiro faz críticas à Coreia do Norte, «alegando desconhecer as posições assumidas pelo grupo parlamentar e pelo comité central» e estende as críticas «à política externa norte-americana». O segundo, «considera que "a classe dirigente da Coreia do Norte não merece confiança" da comunidade internacional pela sua "obstrução das liberdades e da democracia"» e «também critica a política expansionista dos Estados Unidos, sublinhando os riscos da escalada nuclear na Ásia-Pacífico».&lt;br /&gt;Apenas o terceiro, por intermédio de um isolado "acho grotesco", supostamente critica a «solidariedade ao lider comunista Kim Jong-il».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116164770305924184?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116164770305924184/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116164770305924184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116164770305924184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116164770305924184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/10/anti-comunismo-solta-no-dn-i.html' title='Anti-comunismo à solta no DN - I'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116139211632389778</id><published>2006-10-21T01:52:00.000+01:00</published><updated>2006-10-21T02:09:02.966+01:00</updated><title type='text'>Sobre a despenalização do aborto</title><content type='html'>A deputada Natália Correia, escreveu e distribuiu no hemiciclo o poema que abaixo se transcreve, dedicado pela autora ao seu colega João Morgado.&lt;br /&gt;Este parlamentar do CDS afirmara, numa intervenção sobre a questão do aborto, que o acto sexual só é justificável tendo por objectivo a procriação.&lt;p&gt;&lt;i&gt;Dedicado ao deputado João Morgado&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já que o coito - diz o Morgado&lt;br /&gt;Tem como fim cristalino&lt;br /&gt;Preciso e imaculado&lt;br /&gt;Fazer menina e menino,&lt;br /&gt;E cada vez que o varão&lt;br /&gt;Sexual petisco manduca&lt;br /&gt;Temos na procriação&lt;br /&gt;Prova que houve truca-truca. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sendo pai de um só rebento&lt;br /&gt;Lógica é a conclusão&lt;br /&gt;De que o viril instrumento&lt;br /&gt;Só usou - parca ração! –&lt;br /&gt;Uma vez. E se a função&lt;br /&gt;Faz o órgão - diz o ditado –&lt;br /&gt;Consumada essa operação&lt;br /&gt;Ficou capado o Morgado. &lt;/p&gt;  (Natália Correia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: O texto acima é cópia integral de um post colocado num blog chamado "Ensaio",  em 03-11-2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natália Correia foi poeta e usou a literatura como arma de intervenção contra o regime fascista, tendo feito parte do MUD e de outros movimentos de oposição ao estado novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do 25 de Abril, foi eleita pelo PPD em 1980, tendo mais tarde passado a deputada independente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116139211632389778?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116139211632389778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116139211632389778' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116139211632389778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116139211632389778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/10/sobre-despenalizao-do-aborto.html' title='Sobre a despenalização do aborto'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116139057993023334</id><published>2006-10-21T01:20:00.000+01:00</published><updated>2006-10-21T01:32:47.813+01:00</updated><title type='text'>Muito à frente</title><content type='html'>&lt;b&gt;CONSTITUCIÓN POLÍTICA DE LA REPÚBLICA DE CUBA DE      1976&lt;/b&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;Incluye reformas de 1978, 1992 y 2002.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;Actualizada hasta la Ley de Reforma Constitucional 2002&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;-------------------------------------------&lt;/p&gt;   &lt;p align="center"&gt;     &lt;/p&gt;&lt;p&gt;    &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;INDICE&lt;/h3&gt;   Preámbulo    &lt;p&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;   Fundamentos políticos, sociales y económicos del Estado (Artículo 1 al 27).    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;   Ciudadanía (Artículo 28 al 33)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;   Extranjeria (Artículo 34)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt;   Familia (Artículo 35 al 38)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO V&lt;br /&gt;   Educación y cultura (Artículo 39 al 40)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO VI&lt;br /&gt;   Igualdad (Artículo 41 al 44)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO VII&lt;br /&gt;   Derechos, deberes y garantías fundamentales (Artículo 45 al 66)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO VIII&lt;br /&gt;   Estado de emergencia (Artículo 67)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO IX&lt;br /&gt;   Principios de organización y funcionamiento de los órganos estatales (Artículo      68).    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO X&lt;br /&gt;   Órganos superiores del Poder Popular (Artículo 69 al 101)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO XI&lt;br /&gt;   La división politico-administrativa (Artículo 102)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO XII&lt;br /&gt;   Órganos Locales del Poder Popular (Artículo 103 al 119)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO XIII&lt;br /&gt;   tribunales y Fiscalía (Artículo 120 al 130)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO XIV&lt;br /&gt;   Sistema electoral (Artículo 131 al 136)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CAPÍTULO XV&lt;br /&gt;   Reforma constitucional (Artículo 137)    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;PREAMBULO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt; NOSOTROS, CIUDADANOS CUBANOS, herederos y continuadores del      trabajo creador y de las tradiciones de combatividad, firmeza, heroísmo y      sacrificio forjadas por nuestros antecesores; por los aborígenes que prefirieron      muchas veces el exterminio a la sumisión; por los esclavos que se rebelaron      contra sus amos; por los que despertaron la conciencia nacional y el ansia      cubana de patria y libertad; por los patriotas que en 1868 iniciaron las guerras      de independencia contra el colonialismo español y los que en el último impulso      de 1895 las llevaron a la victoria de 1898, que les fuera arrebatada por la      intervención y ocupación militar del imperialismo yanqui; por los obreros,      campesinos, estudiantes e intelectuales que lucharon durante más de cincuenta      años contra el dominio imperialista, la corrupción política, la falta de derechos      y libertades populares, el des-empleo y la explotación impuesta por capitalistas      y terratenientes; por los que promovieron, integraron y desarrollaron las      primeras organizaciones de obreros y de campesinos, difundieron las ideas      socialistas y fundaron los primeros movimientos marxista y marxista-leninista;      por los integrantes de la vanguardia de la generación del centenario del natalicio      de Martí, que nutridos por su magisterio nos condujeron a la victoria revolucionaria      popular de Enero; por los que, con el sacrifico de sus vidas, defendieron      la Revolución contribuyendo a su definitiva con-solidación; por los que masivamente      cumplieron heroicas misiones internacionalistas; &lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt;GUIADOS por el ideario de José Martí y las ideas político-sociales      de Marx, Engels y Lenin; &lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt;APOYADOS en el internacionalismo proletario, en la amistad fraternal,      la ayuda, la cooperación y la solidaridad de los pueblos del mundo, especialmente      los de América Latina y del Caribe; &lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt;DECIDIDOS a llevar adelante la Revolución triunfadora del Moncada      y del Granma, de la Sierra y de Girón encabe-zada por Fidel Castro que, sustentada      en la más estrecha unidad de todas las fuerzas revolucionarias y del pueblo,      conquistó la plena independencia nacional, estableció el poder revolucionario,      realizó las transformaciones democráticas, inició la construcción del socialismo      y, con el Partido Comunista al frente, la continúa con el objetivo final de      edificar la sociedad comunista; &lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt;CONSCIENTES de que los regímenes sustentados en la explotación      del hombre por el hombre determinan la humillación de los explotados y la      degradación de la condición humana de los explotadores; de que sólo en el      socialismo y el comunismo, cuando el hombre ha sido liberado de todas las      formas de explotación: de la esclavitud, de la servidumbre y del capitalismo,      se alcanza la entera dignidad del ser humano; y de que nuestra Revolución      elevó la dignidad de la patria y del cubano a superior altura;&lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt; DECLARAMOS nuestra voluntad de que la ley de leyes de la República      esté presidida por este profundo anhelo, al fin logrado, de José Martí: "Yo      quiero que la ley primera de nuestra República sea el culto de los cubanos      a la dignidad plena del hombre"; &lt;/p&gt;   &lt;p align="left"&gt;ADOPTAMOS por nuestro voto libre, mediante referendo, la siguiente      Constitución:&lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt; FUNDAMENTOS POLÍTICOS, SOCIALES Y ECONÓMICOS DEL ESTADO&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 1.- &lt;/b&gt;Cuba  es un Estado socialista de trabajadores, independiente y soberano, organizado  con todos y para el bien de todos, como república unitaria y democrática, para  el disfrute de la libertad política, la justicia social, el bienestar individual  y colectivo y la solidaridad humana.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 2.-&lt;/b&gt; El nombre del  Estado cubano es República de Cuba, el idioma oficial es el español y su capital  es la ciudad de La Habana.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 3.-&lt;/b&gt; En la República de Cuba la soberanía reside en el pueblo,    del cual dimana todo el poder del Estado. Ese poder es ejercido directamente    o por medio de las Asambleas del Poder Popular y demás órganos del Estado que    de ellas se derivan, en la forma y según las normas fijadas por la Constitución    y las leyes.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos los ciudadanos tienen el derecho de combatir por todos los medios, incluyendo    la lucha armada, cuando no fuera posible otro recurso, contra cualquiera que    intente derribar el orden político, social y económico establecido por esta    Constitución.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El socialismo y el sistema político y social revolucionario establecido    en esta Constitución, probado por años de heroica resistencia    frente a las agresiones de todo tipo y la guerra económica de los gobiernos    de la potencia imperialista más poderosa que ha existido y habiendo demostrado    su capacidad de transformar el país y crear una sociedad enteramente    nueva y justa, es irrevocable, y Cuba no volverá jamás al capitalismo.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(Artículo Modificado por Ley de Reforma Constitucional    2002)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 4.-&lt;/b&gt; Los símbolos  nacionales son los que han presidido por mas de cien años las luchas cubanas por  la independencia, por los derechos del pueblo y por el progreso social:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;la bandera de la estrella solitaria;    &lt;/li&gt;&lt;li&gt;el himno de Bayamo;    &lt;/li&gt;&lt;li&gt;el escudo de la palma real. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;Artículo 5.- &lt;/b&gt;El Partido Comunista de Cuba, martiano y  marxista- leninista, vanguardia organizada de la nación cubana, es la fuerza  dirigente superior de la sociedad y del Estado, que organiza y orienta los  esfuerzos comunes hacia los altos fines de la construcción del socialismo y el  avance hacia la sociedad comunista.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 6.-&lt;/b&gt; La Unión de Jóvenes  Comunistas, organización de la juventud cubana de avanzada, cuenta con el  reconocimiento y el estimulo del Estado en su función primordial de promover la  participación activa de las masas juveniles en las tareas de la edificación  socialista y de preparar adecuadamente a los jóvenes como ciudadanos conscientes  y capaces de asumir responsabilidades cada día mayores en beneficio de nuestra  sociedad.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 7.- &lt;/b&gt;El Estado  socialista cubano reconoce y estimula a las organizaciones de masas y sociales,  surgidas en el proceso histórico de las luchas de nuestro pueblo, que agrupan en  su seno a distintos sectores de la población, representan sus intereses  específicos y los incorporan a las tareas de la edificación, consolidación y  defensa de la sociedad socialista.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 8.- &lt;/b&gt;El Estado reconoce,  respeta y garantiza la libertad religiosa. En la República de Cuba, las  instituciones religiosas están separadas del Estado.&lt;br /&gt;Las  distintas creencias y religiones gozan de igual consideración.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 9.&lt;/b&gt;- El Estado:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) realiza la voluntad del pueblo trabajador y    &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-- encauza los esfuerzos de la nación en la      construcción del socialismo;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- mantiene y defiende la integridad y la soberanía      de la patria;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- garantiza la libertad y la dignidad plena del      hombre, el disfrute de sus derechos, el ejercicio y cumplimiento de sus      deberes y el desarrollo integral de su personalidad;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- afianza la ideología y las normas de convivencia y      de conducta propias de la sociedad libre de la explotación del hombre por el      hombre;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- protege el trabajo creador del pueblo y la      propiedad y la riqueza de la nación socialista;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- dirige planificada mente la economía nacional;      &lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;-- asegura el avance educacional, científico, técnico      y cultural del país; &lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) como Poder del pueblo, en servicio del propio    pueblo, garantiza    &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya hombre o mujer, en condiciones de      trabajar, que no tenga oportunidad de obtener un empleo con el cual pueda      contribuir a los fines de la sociedad y a la satisfacción de sus propias      necesidades;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya persona incapacitada para el trabajo      que no tenga medios decorosos de subsistencia;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya enfermo que no tenga atención medica;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya niño que no tenga escuela,      alimentación y vestido;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya joven que no tenga oportunidad de      estudiar;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- que no haya persona que no tenga acceso al      estudio, la cultura y el deporte; &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) trabaja por lograr que no haya familia que no tenga    una vivienda confortable. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 10.-  &lt;/b&gt;Todos los órganos del Estado, sus dirigentes, funcionarios y empleados,  actúan dentro de los limites de sus respectivas competencias y tienen la  obligación de observar estrictamente la legalidad socialista y velar por su  respeto en la vida de toda la sociedad.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 11.-&lt;/b&gt; El Estado ejerce  su soberanía:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) sobre todo el territorio nacional, integrado por la    Isla de Cuba, la Isla de la Juventud, las demás islas y cayos adyacentes, las    aguas interiores y el mar territorial en la extensión que fija la ley y el    espacio aéreo que sobre estos se extiende;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) sobre el medio ambiente y los recursos naturales del    país;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) sobre los recursos naturales, tanto vivos como no    vivos, de las aguas, el lecho y el subsuelo de la zona económica marítima de    la República, en la extensión que fija la ley, conforme a la practica    internacional. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;p&gt;La República de Cuba repudia y considera ilegales y nulos los tratados, pactos    o concesiones concertados en condiciones de desigualdad o que desconocen o disminuyen    su soberanía y su integridad territorial. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Las relaciones económicas, diplomáticas y políticas con    cualquier otro Estado no podrán ser jamás negociadas bajo agresión,    amenaza o coerción de una potencia extranjera.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(Artículo Modificado por Ley de Reforma Constitucional    2002)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 12.-&lt;/b&gt; La República de  Cuba hace suyos los principios antiimperialistas e internacionalistas, y  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;        a) ratifica su  aspiración de paz digna, verdadera y valida para todos los Estados, grandes y  pequeños, débiles y&lt;br /&gt;       poderosos,  asentada en el respeto a la independencia y soberanía de los pueblos y el  derecho a la autodeterminación;  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;b) funda sus relaciones internacionales en los    principios de igualdad de derechos, libre determinación de los pueblos,    integridad territorial, independencia de los Estados, la cooperación    internacional en beneficio e interés mutuo y equitativo, el arreglo;; pacifico    de controversias en pie de igualdad y respeto y los demás principios    proclamados en la Carta de las Naciones Unidas y en otros tratados    internacionales de los cuales Cuba sea parte;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) reafirma su voluntad de integración y colaboración    con los países de América Latina y del Caribe, cuya identidad común y    necesidad histórica de avanzar juntos hacia la integración económica y    política para lograr la verdadera independencia, nos per emitiría alcanzar el    lugar que nos corresponde en el mundo;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch) propugna al unidad de todos los países del Tercer    Mundo, frente a la política imperialista y neocolonialista que persigue la    limitación o subordinación de la soberanía de nuestros pueblos y agravar las    condiciones económicas de explotación y opresión; de las naciones    subdesarrolladas;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) condena al imperialismo, promotor y sostén de todas    las manifestaciones fascistas, colonialistas, neocolonialistas y racistas,    como la principal fuerza de agresión y de guerra y el peor enemigo de los    pueblos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) repudia la intervención directa o indirecta en los    asuntos internos o externos de cualquier Estado y, por tanto, la agresión    armada, el bloqueo económico, así como cualquier otra forma de coerción    económica o política, la violencia física contra pe rsonas residentes en otros    países, u otro tipo de injerencia y amenaza a la integridad de los Estados y    de los elementos políticos, económicos y culturales de las naciones;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) rechaza la violación del derecho irrenunciable y    soberano de todo Estado a regular el uso y los beneficios de las    telecomunicaciones en su territorio, conforme a la practica universal y a los    convenios internacionales que ha suscrito;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) califica de delito internacional la guerra de    agresión y de conquista, reconoce la legitimidad de las luchas por la    liberación nacional, así como la resistencia armada a la agresión, y considera    su deber internacionalista solidarizarse con el agredido y con los pueblos que    combaten por su liberación y autodeterminación;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) basa sus relaciones con los países que edifican el    socialismo en la amistad fraternal, la cooperación y la ayuda mutua, asentadas    en los objetivos comunes de la construcción de la nueva sociedad;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) mantiene relaciones de amistad con los países que,    teniendo un régimen político, social y económico diferente, respetan su    soberanía, observan las normas de convivencia entre los Estados, se atienen a    los principios de mutuas conveniencias y adopta n una actitud reciproca con    nuestro país. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 13.- &lt;/b&gt;La República de  Cuba concede asilo a los perseguidos por sus ideales o luchas por los derechos  democráticos, contra el imperialismo, el fascismo, el colonialismo y el  neocolonialismo; contra la discriminación y el racismo; por la liberación  nacional; por los derechos y reivindicaciones de los trabajadores, campesinos y  estudiantes; por sus actividades políticas, científicas, artísticas y literarias  progresistas, por el socialismo y la paz.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 14.&lt;/b&gt;- En la República de  Cuba rige el sistema de economía basado en la propiedad socialista de todo el  pueblo sobre los medios fundamentales de producción y en la supresión de la  explotación del hombre por el hombre.&lt;br /&gt;También rige el  principio de distribución socialista "de cada cual según su capacidad, a cada  cual según su trabajo". La ley establece las regulaciones que garantizan el  efectivo cumplimiento de este principio.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 15.-&lt;/b&gt; Son de propiedad  estatal socialista de todo el pueblo:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) las tierras que no pertenecen a los agricultores    pequeños o a cooperativas integradas por estos, el subsuelo, las minas, los    recursos naturales tanto vivos como no vivos dentro de la zona económica    marítima de la República, los bosques, las aguas y las vías de comunicación;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) los centrales azucareros, las fabricas, los medios    fundamentales de transporte, y cuantas empresas, bancos e instalaciones han    sido nacionalizados y expropiados a los imperialistas, latifundistas y    burgueses, así como las fabricas, empresas e instalaciones económicas y    centros científicos, sociales, culturales y deportivos construidos, fomentados    o adquiridos por el Estado y los que en el futuro construya, fomente o    adquiera. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;Estos bienes no pueden trasmitirse en propiedad a personas  naturales o jurídicas, salvo los casos excepcionales en que la transmisión  parcial o total de algún objetivo económico se destine a los fines del  desarrollo del país y no afecten los fundamentos políticos, sociales y  económicos del Estado, previa aprobación del Consejo de Ministros o su Comité  Ejecutivo.  &lt;p&gt;En cuanto a la transmisión de otros derechos sobre estos  bienes a empresas estatales y otras entidades autorizadas, para el cumplimiento  de sus fines, se actuara conforme a lo previsto en la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 16.- &lt;/b&gt;El Estado  organiza, dirige y controla la actividad económica nacional conforme a un plan  que garantice el desarrollo programado del país, a fin de fortalecer el sistema  socialista, satisfacer cada vez mejor las necesidades materiales y culturales de  la sociedad y los ciudadanos, promover el desenvolvimiento de la persona humana  y de su dignidad, el avance y la seguridad del país. En la elaboración y  ejecución de los programas de producción y desarrollo participan activa y  conscientemente los trabajadores de todas las ramas de la economía y de las  demás esferas de la vida social.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 17.- &lt;/b&gt;El Estado  administra directamente los bienes que integran la propiedad socialista de todo  el pueblo; o podrá crear y organizar empresas y entidades encargadas de su  administración, cuya estructura, atribuciones, funciones y el régimen de sus  relaciones son regulados por la ley.&lt;br /&gt;Estas empresas y  entidades responden de sus obligaciones solo con sus recursos financieros,  dentro de las limitaciones establecidas por la ley. El Estado no responde de las  obligaciones contraídas por las empresas, entidades u otras personas jurídicas y  estas tampoco responden de las de aquel.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 18.- &lt;/b&gt;El Estado dirige y  controla el comercio exterior. La ley establece las instituciones y autoridades  estatales facultadas para:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-- crear empresas de comercio exterior;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- normar y regular las operaciones de exportación e    importación; y    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- determinar las personas naturales o jurídicas con    capacidad legal para realizar dichas operaciones de exportación e importación    y concertar convenios comerciales. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo  19.-&lt;/b&gt; El Estado reconoce la propiedad de los agricultores pequeños sobre las  tierras que legalmente les pertenecen y los demás bienes inmuebles y muebles que  les resulten necesarios para la explotación a que se dedican, conforme a lo que  establece la ley. Los agricultores pequeños, previa autorización del organismo  estatal competente y el cumplimiento de los demás requisitos legales, pueden  incorporar sus tierras únicamente a cooperativas de producción agropecuaria.  Ademas pueden venderlas, permutarlas o trasmitirlas por otro titulo al Estado y  a cooperativas de producción agropecuaria o a agricultores pequeños en los  casos, formas y condiciones que establece la ley, sin perjuicio del derecho  preferente del Estado a su adquisición, mediante el pago de su justo precio.&lt;br /&gt;Se prohibe el arrendamiento, la aparcería, los prestamos  hipotecarios y cualquier acto que implique gravamen o cesión a particulares de  los derechos emanados de la propiedad de los agricultores pequeños sobre sus  tierras.&lt;br /&gt;El Estado apoya la producción individual de los  agricultores pequeños que contribuyen a la economía nacional.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 20.- &lt;/b&gt;Los agricultores  pequeños tienen derecho a asociarse entre si, en la forma y con los requisitos  que establece la ley, tanto a los fines de la producción agropecuaria como a los  de obtención de créditos y servicios estatales.&lt;br /&gt;Se  autoriza la organización de cooperativas de producción agropecuaria en los casos  y en la forma que la ley establece. Esta propiedad cooperativa es reconocida por  el Estado y constituye una forma avanzada y eficiente de producción socialista.  Las cooperativas de producción agropecuaria administran, poseen, usan y disponen  de los bienes de su propiedad, de acuerdo con lo establecido en la ley en sus  reglamentos.&lt;br /&gt;Las tierras de las cooperativas no pueden  ser embargadas ni gravadas y su propiedad puede ser transferida a otras  cooperativas o al Estado, por las causas y según el procedimiento establecido en  la ley. El Estado brinda todo el apoyo posible a esta forma de producción  agropecuaria.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 21.-&lt;/b&gt; Se garantiza la  propiedad personal sobre los ingresos y ahorros procedentes del trabajo propio,  sobre la vivienda que se posea con justo titulo de dominio y los demás bienes y  objetos que sirven para la satisfacción de las necesidades materiales y  culturales de la persona.&lt;br /&gt;Asimismo se garantiza la  propiedad sobre los medios e instrumentos de trabajo personal o familiar, los  que no pueden ser utilizados para la obtención de ingresos provenientes de la  explotación del trabajo ajeno. La ley establece la cuantía en que son  embargables los bienes de propiedad personal.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 22.- &lt;/b&gt;El Estado reconoce  la propiedad de las organizaciones políticas, de masas y sociales sobre los  bienes destinados al cumplimiento de sus fines.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 23.-&lt;/b&gt; El Estado reconoce  la propiedad de las empresas mixtas, sociedades y asociaciones económicas que se  constituyen conforme a la ley.&lt;br /&gt;El uso, disfrute y  disposición de los bienes pertenecientes al patrimonio de las entidades  anteriores se rigen por lo establecido en la ley y los tratados, así como por  los estatutos y reglamentos propios por los que se gobiernan.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 24.-&lt;/b&gt; El Estado reconoce  el derecho de herencia sobre la vivienda de dominio propio y demás bienes de  propiedad personal. La tierra y los demás bienes vinculados a la producción que  integran la propiedad de los agricultores pequeños son heredables y solo se  adjudican a aquellos herederos que trabajan la tierra, salvo las excepciones y  según el procedimiento que establece la ley.&lt;br /&gt;La ley fija  los casos, las condiciones y la forma en que los bienes de propiedad cooperativa  podrán ser heredables.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 25.-&lt;/b&gt; Se autoriza la  expropiación de bienes, por razones de utilidad publica o interés social y con  la debida indemnización. La ley establece el procedimiento para la expropiación  y las bases para la determinar su utilidad y necesidad, así como la forma de  indemnización, considerando los intereses y las necesidades económicas y  sociales del expropiado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 26.-&lt;/b&gt; Toda persona que  sufriere daño o perjuicio causado indebidamente por funcionarios o agentes del  Estado con motivo del ejercicio de las funciones propias de sus cargos, tiene  derecho a reclamar y obtener la correspondiente reparación o indemnización en la  forma que establece la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 27.- &lt;/b&gt;El Estado protege  el medio ambiente y los recursos naturales del país. Reconoce su estrecha  vinculación con el desarrollo económico y social sostenible para hacer mas  racional la vida humana y asegurar la supervivencia, el bienestar y la seguridad  de las generaciones actuales y futuras. Corresponde a los órganos competentes  aplicar esta política.&lt;br /&gt;Es deber de los ciudadanos  contribuir a la protección del agua, la atmósfera, la conservación del suelo, la  flora, la fauna y todo el rico potencial de la naturaleza.&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt; CIUDADANÍA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 28.-&lt;/b&gt; La ciudadanía cubana se adquiere por  nacimiento o por naturalización.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 29.-&lt;/b&gt; Son ciudadanos  cubanos por nacimiento:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) los nacidos en el territorio nacional, con excepción    de los hijos de extranjeros que se encuentren al servicio de su gobierno o de    organismos internacionales. La ley establece los requisitos y las formalidades    para el caso de los hijos de los extranjeros residentes no permanentes en el    país.    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) los nacidos en el extranjero de padre o madre    cubanos, que se hallen cumpliendo misión oficial;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) los nacidos en el extranjero de padre o madre    cubanos, previo el cumplimiento de las formalidades que la ley señala;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;chelos nacidos fuera del territorio nacional, de pare o    madre naturales de la República de Cuba que hayan perdido la ciudadanía    cubana, siempre que la reclamen en la forma que señala la ley;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) los extranjeros que por méritos excepcionales    alcanzados en las luchas por la liberación de Cuba fueron considerados    ciudadanos cubanos por nacimiento. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo  30.-&lt;/b&gt; Son ciudadanos cubanos por naturalización:  &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) los extranjeros que adquieren la ciudadanía de    acuerdo con lo establecido en la ley;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) los que hubiesen servido a la lucha armada contra la    tiranía derrocada el primero de enero de 1959, siempre que acrediten esa    condición en la forma legalmente establecida;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) los que habiendo sido privados arbitrariamente de su    ciudadanía de origen obtengan la cubana por acuerdo expreso del Consejo de    Estado. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 31.- &lt;/b&gt;Ni el matrimonio ni su  disolución afectan la ciudadanía de los cónyuges o de sus hijos.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 32.- &lt;/b&gt;Los cubanos no  podrán ser privados de su ciudadanía, salvo por causas legalmente establecidas.  Tampoco podrán ser privados del derecho a cambiar de esta.&lt;br /&gt;No se admitirá la doble ciudadanía. En consecuencia, cuando  se adquiera una ciudadanía extranjera, se perderá la cubana.&lt;br /&gt;La ley establece el procedimiento a seguir para la  formalización de la perdida de la ciudadanía y las autoridades facultadas para  decidirlo.  &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Artículo 33.-&lt;/b&gt; La ciudadanía cubana podrá recobrarse en    los casos y en la forma que prescribe la ley.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt; EXTRANJERIA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 34.-&lt;/b&gt; Los extranjeros residentes en el territorio  de la República se equiparan a los cubanos:  &lt;p&gt;          --  en la protección de sus personas y bienes;&lt;br /&gt;         -- en  el disfrute de los derechos y el cumplimiento de los deberes reconocidos en esta  Constitución, bajo las condiciones&lt;br /&gt;            y con las limitaciones que la ley fija;  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-- en la obligación de observar la Constitución y la    ley;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- en la obligación de contribuir a los gastos públicos    en la forma y la cuantía que la ley establece;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-- en la sumisión a la jurisdicción y resoluciones de    los tribunales de justicia y autoridades de la República. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;La ley  establece los casos y la forma en que los extranjeros pueden ser expulsados del  territorio nacional y las autoridades facultadas para decidirlo.&lt;br /&gt;  &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt; FAMILIA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 35.-&lt;/b&gt; El Estado protege a la familia, la  maternidad y el matrimonio.&lt;br /&gt;El Estado reconoce en la  familia la célula fundamental de la sociedad y le atribuye responsabilidades y  funciones esenciales en la educación y formación de las nuevas generaciones.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 36.&lt;/b&gt;- El matrimonio es  la unión voluntariamente concertada de un hombre y una mujer con aptitud legal  para ello, a fin de hacer vida en común. Descansa en la igualdad absoluta de  derechos y deberes de los cónyuges, los que deben atender al mantenimiento del  hogar y a la formación integral de los hijos mediante el esfuerzo común, de modo  que este resulte compatible con el desarrollo de las actividades sociales de  ambos.&lt;br /&gt;La ley regula la formalización, reconocimiento y  disolución del matrimonio y los derechos y obligaciones que de dichos actos se  derivan.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 37.-&lt;/b&gt; Todos los hijos  tienen iguales derechos, sean habidos dentro o fuera del matrimonio.&lt;br /&gt;Esta abolida toda calificación sobre la naturaleza de la  filiación. No se consignara declaración alguna diferenciando los nacimientos, ni  sobre el estado civil de los padres en las actas de inscripción de los hijos, ni  en ningún otro documento que haga referencia a la filiación.&lt;br /&gt;El Estado garantiza mediante los procedimientos legales  adecuados la determinación y el reconocimiento de la paternidad.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 38.- &lt;/b&gt;Los padres tienen  el deber de dar alimentos a sus hijos y asistirlos en la defensa de sus  legítimos intereses y en la realización de sus justas aspiraciones; así como el  de contribuir activamente a su educación y formación integral como ciudadanos  útiles y preparados para la vida en la sociedad socialista.&lt;br /&gt;Los hijos, a su vez, están obligados a respetar y ayudar a  sus padres.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO V&lt;br /&gt; EDUCACIÓN Y CULTURA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 39.-&lt;/b&gt; El Estado orienta, fomenta y  promueve la educación, la cultura y las ciencias en todas sus manifestaciones.  En su política educativa y cultural se atiene a los postulados siguientes:&lt;br /&gt;  &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) fundamenta su política educacional y cultural en los    avances de la ciencia y la técnica, el ideario marxista y martiano, la    tradición pedagógica progresista cubana y la universal;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) la enseñanza es función del Estado y es gratuita. Se    basa en las conclusiones y aportes de la ciencia y en la relación mas estrecha    del estudio con la vida, el trabajo y la producción. El estado mantiene un    amplio sistema de becas para los estudiantes y proporciona multiples    facilidades de estudio a los trabajadores a fin de que puedan alcanzar los mas    altos niveles posibles de conocimientos y habilidades. La ley precisa la    integración y estructura del sistema nacional de enseñanza, así como el    alcance de la obligatoriedad de estudiar y define la preparación general    básica que, como mínimo, debe adquirir todo ciudadano;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) promover la educación patriótica y la formación    comunista de las nuevas generaciones y la preparación de los niños, jóvenes y    adultos para la vida social. Para realizar este principio se combinan la    educación general y las especializadas de carácter científico, técnico o    artístico, con el trabajo, la investigación para el desarrollo, la educación    física, el deporte y la participación en actividades políticas, sociales y de    preparación militar;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)es libre la creación artística siempre que su    contenido no sea contrario a la Revolución. Las formas de expresión en el arte    son libres;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) el Estado, a fin de elevar la cultura del pueblo, se    ocupa de fomentar y desarrollar la educación artística, la vocación para la    creación y el cultivo del arte y la capacidad para apreciarlo;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) la actividad creadora e investigativa en la ciencia    es libre. El Estado estimula y viabiliza la investigación y prioriza la    dirigida a resolver los problemas que atañen al interés de la sociedad y al    beneficio del pueblo;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) el Estado propicia que los trabajadores se    incorporen a la labor científica y al desarrollo de la ciencia;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) el Estado orienta, fomenta y promueve la cultura    física y el deporte en todas sus manifestaciones como medio de educación y    contribución a la formación integral de los ciudadanos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) el Estado defiende la identidad de la cultura cubana    y vela por la conservación del patrimonio cultural y la riqueza artística e    histórica de la nación. Protege los monumentos nacionales y los lugares    notables por su belleza natural o por su reconocido valor artístico o    histórico;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) el Estado promueve la participación de los    ciudadanos a través de las organizaciones de masas y sociales del país en la    realización de su política educacional y cultural. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 40.- &lt;/b&gt;La niñez y la juventud disfrutan de  particular protección por parte del Estado y la sociedad. La familia, la  escuela, los órganos estatales y las organizaciones de masas y sociales tienen  el deber de prestar especial atención a la formación integral de la niñez y la  juventud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO VI&lt;br /&gt; IGUALDAD&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 41.-&lt;/b&gt; Todos los ciudadanos gozan de iguales  derechos y están sujetos a iguales deberes.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 42.-&lt;/b&gt; La discriminación  por motivo de raza, color de la piel, sexo, origen nacional, creencias  religiosas y cualquiera otra lesiva a la dignidad humana esta proscrita y es  sancionada por la ley. Las instituciones del Estado educan a todos, desde la mas  temprana edad, en el principio de la igualdad de los seres humanos.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 43.-&lt;/b&gt; El Estado consagra  el derecho conquistado por la Revolución de que los ciudadanos, sin distinción  de raza, color de la piel, sexo, creencias religiosas, origen nacional y  cualquier otra lesiva a la dignidad humana:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-tienen acceso, según méritos y capacidades, a todos    los cargos y empleos del Estado, de la Administración Publica y de la    producción y prestación de servicios;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-ascienden a todas las jerarquías de las fuerzas    armadas revolucionarias y de la seguridad y orden interior, según méritos y    capacidades;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-perciben salario igual por trabajo igual;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-disfrutan de la enseñanza en todas las instituciones    docentes del país, desde la escuela primaria hasta las universidades, que son    las mismas para todos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-reciben asistencia en todas las instituciones de    salud;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-se domicilian en cualquier sector, zona o barrio de    las ciudades y se alojan en cualquier hotel;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-son atendidos en todos los restaurantes y demás    establecimientos de servicio publico;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-usan, sin separaciones, los transportes marítimos,    ferroviarios, aéreos y automotores;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-disfrutan de los mismos balnearios, playas, parques,    círculos sociales y demás centros de cultura, deportes, recreación y descanso.    &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 44.-&lt;/b&gt; La mujer y el hombre gozan de  iguales derechos en lo económico, político, cultural, social y familiar.&lt;br /&gt;El Estado garantiza que se ofrezcan a la mujer las mismas  oportunidades y posibilidades que al hombre, a fin de lograr su plena  participación en el desarrollo del país.&lt;br /&gt;El Estado  organiza instituciones tales como círculos infantiles, seminternados e  internados escolares, casas de atención a ancianos y servicios que facilitan a  la familia trabajadora el desempeño de sus responsabilidades.&lt;br /&gt;Al velar por su salud y por una sana descendencia, el Estado  concede a la mujer trabajadora licencia retribuida por maternidad, antes y  después del parto, y opciones laborales temporales compatibles con su función  materna.&lt;br /&gt;El Estado se esfuerza por crear todas las  condiciones que propicien la realización del principio de igualdad.  &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO VII&lt;br /&gt; DERECHOS, DEBERES Y GARANTÍAS FUNDAMENTALES&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 45.-&lt;/b&gt; El trabajo  en la sociedad socialista es un derecho, un deber y un motivo de honor para cada  ciudadano.&lt;br /&gt;El trabajo es remunerado conforme a su calidad  y cantidad; al proporcionarlo se atienden las exigencias de la economía y la  sociedad, la elección del trabajador y su aptitud y calificación; lo garantiza  el sistema económico socialista, que propicia el desarrollo económico y social,  sin crisis, y que con ello ha eliminado el desempleo y borrado para siempre el  paro estacional llamado "tiempo muerto".&lt;br /&gt;Se reconoce el  trabajo voluntario, no remunerado, realizado en beneficio de toda la sociedad,  en las actividades industriales, agrícolas, técnicas, artísticas y de servicio,  como formador de la conciencia comunista de nuestro pueblo.&lt;br /&gt;Cada trabajador esta en el deber de cumplir cabalmente las  tareas que le corresponden en su empleo.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 46.-&lt;/b&gt; Todo el que  trabaja tiene derecho al descanso, que se garantiza por la jornada laboral de  ocho horas, el descanso semanal y las vacaciones anuales pagadas.&lt;br /&gt;El Estado fomenta el desarrollo de instalaciones y planes  vacacionales.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 47.-&lt;/b&gt; Mediante el  sistema de seguridad social, el Estado garantiza la protección adecuada a otro  trabajador impedido por su edad, invalidez o enfermedad.&lt;br /&gt;En caso de muerte del trabajador garantiza similar protección  a su familia.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 48.- &lt;/b&gt;El Estado protege,  mediante la asistencia social, a los ancianos sin recursos ni amparo y a  cualquier personal no apta para trabajar que carezca de familiares en  condiciones de prestarle ayuda.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 49.-&lt;/b&gt; El Estado  garantiza el derecho a la protección, seguridad e higiene del trabajo, mediante  la adopción de medidas adecuadas para la prevención de accidentes y enfermedades  profesionales.&lt;br /&gt;El que sufre un accidente en el trabajo o  contrae una enfermedad profesional tiene derecho a la atención medica y a  subsidio o jubilación en los casos de incapacidad temporal o permanente para el  trabajo.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 50.- &lt;/b&gt;Todos tienen  derecho a que se atienda y proteja su salud. El Estado garantiza este derecho:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;-con la prestación de la asistencia medica y    hospitalaria gratuita, mediante la red de instalaciones de servicio medico    rural, de los policlínicas, hospitales, centros profilácticos y de tratamiento    especializado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-con la prestación de asistencia estomatología    gratuita;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;-con el desarrollo de los planes de divulgación    sanitaria y de educación para la salud, exámenes médicos periódicos,    vacunación general y otras medidas preventivas de las enfermedades. En estos    planes y actividades coopera toda la población a través d e las organizaciones    de masas y sociales. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 51.- &lt;/b&gt;Todos  tienen derecho a la educación. Este derecho esta garantizado por el amplio y  gratuito sistema de escuelas, seminternados, internados y becas, en todos los  tipos y niveles de enseñanza, y por la gratuidad del material escolar, lo que  proporciona a cada niño y joven, cualquiera que sea la situación económica de su  familia, la oportunidad de cursar estudios de acuerdo con sus aptitudes, las  exigencias sociales y las necesidades del desarrollo económico- social.&lt;br /&gt;Los hombres y mujeres adultos tienen asegurado este derecho,  en las mismas condiciones de gratuidad y con facilidades especificas que la ley  regula, mediante la educación de adultos, la enseñanza técnica y profesional, la  capacitación laboral en empresas y organismos del Estado y los cursos de  educación superior para los trabajadores.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 52.- &lt;/b&gt;Todos tienen  derecho a la educación física, al deporte y a la recreación.&lt;br /&gt;El disfrute de este derecho esta garantizado por la inclusión  de la enseñanza y practica de la educación física y el deporte en los planes de  estudio del sistema nacional de educación; y por la amplitud de la instrucción y  los medios puestos a disposición del pueblo, que facilitan la practica masiva  del deporte y la recreación.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 53.- &lt;/b&gt;Se reconoce a los  ciudadanos libertad de palabra y prensa conforme a los fines de la sociedad  socialista. Las condiciones materiales para su ejercicio están dadas por el  hecho de que la prensa, la radio, la televisión, el cine y otros medios de  difusión masiva son de propiedad estatal o social y no pueden ser objeto, en  ningún caso, de propiedad privada, lo que asegura su uso al servicio exclusivo  del pueblo trabajador y del interés de la sociedad.&lt;br /&gt;La  ley regula el ejercicio de estas libertades.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 54.- &lt;/b&gt;Los derechos de  reunión, manifestación y asociación son ejercidos por los trabajadores, manuales  e intelectuales, los campesinos, las mujeres, los estudiantes y demás sectores  del pueblo trabajador, para lo cual disponen de los medios necesarios a tales  fines. Las organizaciones de masas y sociales disponen de todas las facilidades  para el desenvolvimiento de dichas actividades en las que sus miembros gozan de  la mas amplia libertad de palabra y opinión, basadas en el derecho irrestricto a  la iniciativa y a la critica.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 55.- &lt;/b&gt;El Estado, que  reconoce, respeta y garantiza la libertad de conciencia y de religión, reconoce,  respeta y garantiza a la vez la libertad de cada ciudadano de cambiar de  creencias religiosas o no tener ninguna, y a profesar, dentro del respeto a la  ley, el culto religioso de su preferencia.&lt;br /&gt;La ley regula  las relaciones del Estado con las instituciones religiosas.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 56.-&lt;/b&gt; El domicilio es  inviolable. Nadie puede penetrar en el ajeno contra la voluntad del morador,  salvo en los casos previstos por la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 57.-&lt;/b&gt; La correspondencia  es inviolable. Solo puede ser ocupada, abierta y examinada en los casos  previstos por la ley. Se guardara secreto de los asuntos ajenos al hecho que  motivare el examen. El mismo principio se observara con respecto a las  comunicaciones cablegráficas, telegráficas y telefónicas.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 58.- &lt;/b&gt;La libertad e  inviolabilidad de su persona están garantizadas a todos los que residen en el  territorio nacional. Nadie puede ser detenido sino en los casos, en la forma y  con las garantías que prescriben las leyes.&lt;br /&gt;El detenido o  preso es inviolable en su integridad personal.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 59.-&lt;/b&gt; Nadie puede ser  encausado ni condenado sino por tribunal competente en virtud de leyes  anteriores al delito y con las formalidades y garantías que estas establecen.&lt;br /&gt;Todo acusado tiene derecho a la defensa.&lt;br /&gt;No se ejercerá violencia ni coacción de clase alguna sobre  las personas para forzarlas a declarar.&lt;br /&gt;Es nula toda  declaración obtenida con infracción de este precepto y los responsables  incurrirán en las sanciones que fija la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 60.-&lt;/b&gt; La confiscación de  bienes se aplica solo como sanción por las autoridades, en los casos y por los  procedimientos que determina la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 61.-&lt;/b&gt; Las leyes penales  tienen efecto retroactivo cuando sean favorables al encausado o sancionado. Las  demás leyes no tienen efecto retroactivo a menos que en las mismas se disponga  lo contrario por razón de interés social o utilidad publica.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 62.- &lt;/b&gt;Ninguna de las  libertades reconocidas a los ciudadanos puede ser ejercida contra lo establecido  en la Constitución y las leyes, ni contra la existencia y fines del Estado  socialista, ni contra la decisión del pueblo cubano de construir el socialismo y  el comunismo. La infracción de este principio es unible.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 63.-&lt;/b&gt; Todo ciudadano  tiene derecho a dirigir quejas y peticiones a las autoridades y a recibir la  atención o respuestas pertinentes y en plazo adecuado, conforme a la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 64.-&lt;/b&gt; Es deber de cada  uno cuidar la propiedad publica y social, acatar la disciplina del trabajo,  respetar los derechos de los demás, observar las normas de convivencia  socialista y cumplir los deberes cívicos y sociales.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 65.- &lt;/b&gt;La defensa de la  patria socialista es el mas grande honor y el deber supremo de cada cubano.&lt;br /&gt;La ley regula el servicio militar que los cubanos deben  prestar. La traición a la patria es el mas grave de los crímenes; quien la  comete esta sujeto a las mas severas sanciones.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 66.- &lt;/b&gt;El cumplimiento  estricto de la Constitución y de las leyes es deber inexcusable de todos.&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO VIII&lt;br /&gt; ESTADO DE EMERGENCIA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 67.-&lt;/b&gt; En caso o ante la  inminencia de desastres naturales o catástrofes u otras circunstancias que por  su naturaleza, proporción o entidad afecten el orden interior, la seguridad del  país o la estabilidad del Estado, el Presidente del Consejo de Estado puede  declarar el estado de emergencia en todo el territorio nacional o en una parte  de el, y durante su vigencia disponer la movilización de la población.&lt;br /&gt;La ley regula la forma en que se declara el estado de  emergencia, sus efectos y su terminación. Igualmente determina los derechos y  deberes fundamentales reconocidos por la Constitución, cuyo ejercicio debe ser  regulado de manera diferente durante la vigencia del estado de emergencia.&lt;br /&gt;  &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO IX&lt;br /&gt; PRINCIPIOS DE ORGANIZACIÓN Y FUNCIONAMIENTO DE LOS ÓRGANOS ESTATALES&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 68.- &lt;/b&gt;Los órganos del Estado se integran y  desarrollan su actividad sobre la base de los principios de la democracia  socialista, que se expresan en las reglas siguientes:&lt;br /&gt;  &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) todos los órganos representativos de poder del    Estado son electivos y renovables;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) las masas populares controlan la actividad de los    órganos estatales, de los diputados, de los delegados y de los funcionarios;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) los elegidos tienen el deber de rendir cuenta de su    actuación y pueden ser revocados de sus cargos en cualquier momento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)cada órgano estatal desarrolla ampliamente, dentro    del marco de su competencia, la iniciativa encaminada al aprovechamiento de    los recursos y posibilidades locales y a la incorporación de las    organizaciones de masas y sociales a su actividad,    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) las disposiciones de los órganos estatales    superiores son obligatorias para los inferiores;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) los órganos estatales inferiores responden ante los    superiores y les rinden cuenta de su gestión;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) la libertad de discusión, el ejercicio de la critica    y autocrítica y la subordinación de la minoría a la mayoría rigen en todos los    órganos estatales colegiados. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:100%;" &gt;CAPÍTULO X&lt;br /&gt; ÓRGANOS SUPERIORES DEL PODER POPULAR&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;b&gt;Artículo 69.-&lt;/b&gt; La Asamblea Nacional  del Poder Popular es el órgano supremo del poder del Estado. Representa y  expresa la voluntad soberana de todo el pueblo.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 70.-&lt;/b&gt; La Asamblea  Nacional del Poder Popular es el único órgano con potestad constituyente y  legislativa en la República.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 71.- &lt;/b&gt;La Asamblea  Nacional del Poder Popular se compone de diputados elegidos por el voto libre,  directo y secreto de los electores, en la proporción y según el procedimiento  que determina la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 72.- &lt;/b&gt;La Asamblea  Nacional del Poder Popular es elegida por un termino de cinco años.&lt;br /&gt;Este termino solo podrá extenderse por acuerdo de la propia  Asamblea en caso de guerra o a virtud de otras circunstancias excepcionales que  impidan la celebración normal de las elecciones y mientras subsistan tales  circunstancias.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 73.-&lt;/b&gt; La Asamblea  Nacional del Poder Popular, al constituirse para una nueva legislatura, elige de  entre sus diputados a su Presidente, al Vicepresidente y al Secretario. La ley  regula la forma y el procedimiento mediante el cual se constituye la Asamblea y  realiza esa elección.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 74.-&lt;/b&gt; La Asamblea  Nacional del Poder Popular elige, de entre sus diputados, al Consejo de Estado,  integrado por un Presidente, un Primer Vicepresidente, cinco Vicepresidentes, un  Secretario y veintitrés miembros mas.&lt;br /&gt;El Presidente del  Consejo de Estado es jefe de Estado y jefe de Gobierno.&lt;br /&gt;El Consejo de Estado es responsable ante la Asamblea Nacional  del Poder Popular y le rinde cuenta de todas sus actividades.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 75.-&lt;/b&gt; Son atribuciones  de la Asamblea Nacional del Poder Popular:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) acordar reformas de la Constitución conforme a lo    establecido en el Artículo 137;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) aprobar, modificar o derogar las leyes y someterlas    previamente a la consulta popular cuando lo estime procedente en atención a la    indole de la legislación de que se trate;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) decidir acerca de la constitucionalidad de las    leyes, decretos-leyes, decretos y demás disposiciones generales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)revocar en todo o en parte los decretos-leyes que    haya dictado el Consejo de Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) discutir y aprobar los planes nacionales de    desarrollo económico y social;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) discutir y aprobar el presupuesto del Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) aprobar los principios del sistema de planificación    y de dirección de la economía nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) acordar el sistema monetario y crediticio;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) aprobar los lineamientos generales de la política    exterior e interior;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) declarar el estado de guerra en caso de agresión    militar y aprobar los tratados de paz;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) establecer y modificar la división    politico-administrativa del país conforme a lo establecido en el Artículo 102;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) elegir al Presidente, al Vicepresidente y al    Secretario de la Asamblea Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;l) elegir al Presidente, al Primer Vicepresidente, a    los Vicepresidentes, al Secretario y a los demás miembros del Consejo de    Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ll)designar, a propuesta del Presidente del Consejo de    Estado, al Primer Vicepresidente, a los Vicepresidentes y demás miembros del    Consejo de Ministros;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;m) elegir al Presidente, a los Vicepresidentes y a los    demás Jueces del Tribunal Supremo Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;n) elegir al Fiscal General y a los Vicefiscales    generales de la República;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ñ)nombrar comisiones permanentes y temporales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;o) revocar la elección o designación de las personas    elegidas o designadas por ella;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;p) ejercer la mas alta fiscalización sobre los órganos    del Estado y del Gobierno;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;q) conocer, evaluar y adoptar las decisiones    pertinentes sobre los informes de rendición de cuenta que le presenten el    Consejo de Estado, el Consejo de Ministros, el Tribunal Supremo Popular, la    Fiscalía General de la República y las Asambleas Provinciales;; del Poder    Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;r) revocar los decretos-leyes del Consejo de Estado y    los decretos o disposiciones del Consejo de Ministros que contradigan la    Constitución o las leyes;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;s) revocar o modificar los acuerdos o disposiciones de    los órganos locales del Poder Popular que violen la Constitución, las leyes,    los decretos-leyes, decretos y demás disposiciones dictadas por un órgano de    superior jerarquía a los mismos; o los que afecten los intereses de otras    localidades o los generales del país;;&lt;ddt&gt;t) conceder    amnistías;    &lt;/ddt&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;u) disponer la convocatoria de referendos en los casos    previstos en la Constitución y en otros que la propia Asamblea considere    procedente;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;v) acordar su reglamento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;w) las demás que le confiere esta Constitución.  &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 76.-&lt;/b&gt; Las leyes y acuerdos de la  Asamblea Nacional del Poder Popular, salvo cuando se refieran a la reforma de la  Constitución, se adoptan por mayoría simple de votos.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 77.-&lt;/b&gt; Las leyes  aprobadas por la Asamblea Nacional del Poder Popular entran en vigor en la fecha  que en cada caso determine la propia ley.&lt;br /&gt;Las leyes,  decretos-leyes, decretos y resoluciones, reglamentos y demás disposiciones  generales de los órganos nacionales del Estado, se publican en la Gaceta Oficial  de la República.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 78.-&lt;/b&gt; La Asamblea  Nacional del Poder Popular es reúne en dos periodos ordinarios de sesiones al  año y en sesión extraordinaria cuando lo solicite la tercera parte de sus  miembros o la convoque el Consejo de Estado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 79.-&lt;/b&gt; Para que la  Asamblea Nacional del Poder Popular pueda celebrar sesión se requiere la  presencia de mas de la mitad del numero total de los diputados que la  integran.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 80.- &lt;/b&gt;Las sesiones de la  Asamblea Nacional del Poder Popular son publicas, excepto en el caso en que la  propia Asamblea acuerde celebrarlas a puertas cerradas por razón de interés de  Estado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 81.-&lt;/b&gt; Son atribuciones  del Presidente de la Asamblea Nacional del Poder Popular:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) presidir las sesiones de la Asamblea Nacional y    velar por la aplicación de su reglamento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) convocar las sesiones ordinarias de la Asamblea    Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) proponer el proyecto de orden del día de las    sesiones de la Asamblea Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)firmar y disponer la publicación en la Gaceta    Oficial de la República de las leyes y acuerdos adoptados por la Asamblea    Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) organizar las relaciones internacionales de la    Asamblea Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) dirigir y organizar la labor de las comisiones de    trabajo permanentes y temporales que sean creadas por la Asamblea Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) asistir a las reuniones del Consejo de Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) las demás que por esta Constitución o la Asamblea    Nacional del Poder Popular se le atribuyan. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 82.-&lt;/b&gt; La condición de diputado no entraña  privilegios personales ni beneficios económicos.&lt;br /&gt;Durante  el tiempo que empleen en el desempeño efectivo de sus funciones, los diputados  perciben el mismo salario o sueldo de su centro de trabajo y mantienen el  vinculo con este a todos los efectos.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 83.-&lt;/b&gt; Ningún diputado a  la Asamblea Nacional del Poder Popular puede ser detenido ni sometido a proceso  penal sin autorización de la Asamblea, o del Consejo de Estado si no esta  reunida aquella, salvo en caso de delito flagrante.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 84.-&lt;/b&gt; Los diputados a la  Asamblea Nacional del Poder Popular tienen el deber de desarrollar sus labores  en beneficio de los intereses del pueblo, mantener contacto con sus electores,  oír sus planteamientos, sugerencias y criticas, y explicarles la política del  Estado. Asimismo, rendirán cuenta del cumplimiento de sus funciones, según lo  establecido en la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 85.-&lt;/b&gt; A los diputados a  la Asamblea Nacional del Poder Popular les puede ser revocado su mandato en  cualquier momento, en la forma, por las causas y según los procedimientos  establecidos en la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 86.- &lt;/b&gt;Los diputados a la  Asamblea Nacional del Poder Popular tienen el derecho de hacer preguntas al  Consejo de Estado, al Consejo de Ministros o a los miembros de uno y otro, y a  que estas les sean respondidas en el curso de la misma sesión o en la próxima.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 87.- &lt;/b&gt;Todos los órganos  y empresas estatales están obligados a prestar a los diputados la colaboración  necesaria para el cumplimiento de sus deberes.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 88.- &lt;/b&gt;La iniciativa de  las leyes compete:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) a los diputados de la Asamblea Nacional del Poder    Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) al Consejo de Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) al Consejo de Ministros;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)a las comisiones de la Asamblea Nacional del Poder    Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) al Comité Nacional de la Central de Trabajadores de    Cuba y a las Direcciones Nacionales de las demás organizaciones de masas y    sociales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) al Tribunal Supremo Popular, en materia relativa a    la administración de justicia;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) a la Fiscalía General de la República, en materia de    su competencia;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) a los ciudadanos. En este caso será requisito    indispensable que ejerciten la iniciativa diez mil ciudadanos, por lo menos    que tengan la condición de electores. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo  89.-&lt;/b&gt; El Consejo de Estado es el órgano de la Asamblea Nacional del Poder  Popular que la representa entre uno y otro periodo de sesiones, ejecuta los  acuerdos de esta y cumple las demás funciones que la Constitución le atribuye.&lt;br /&gt;Tiene carácter colegiado y, a los fines nacionales e  internacionales, ostenta la suprema representación del Estado cubano.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 90.-&lt;/b&gt; Son atribuciones  del Consejo de Estado:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) disponer la celebración de sesiones extraordinarias    de la Asamblea Nacional del Poder Popular.    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) acordar la fecha de las elecciones para la    renovación periódica de la Asamblea Nacional del Poder Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) dictar decretos-leyes, entre uno y otro periodo de    sesiones de la Asamblea Nacional del Poder Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)dar a las leyes vigentes, en caso necesario, una    interpretación general y obligatoria;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) ejercer la iniciativa legislativa;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) disponer lo pertinente para realizar los referendos    que acuerde la Asamblea Nacional del Poder Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) decretar la movilización general cuando la defensa    del país lo exija y asumir las facultades de declarar la guerra en caso de    agresión o concertar la paz que la Constitución asigna a la Asamblea Nacional    del Poder Popular, cuando esta se halle en r eceso y no pueda ser convocada    con la seguridad y urgencia necesarias;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) sustituir, a propuesta de su Presidente, a los    miembros del Consejo de Ministros ente uno y otro periodo de sesiones de la    Asamblea Nacional del Poder Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) impartir instrucciones de carácter general a los    tribunales a través del Consejo de Gobierno del Tribunal Supremo Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) impartir instrucciones a la Fiscalía General de la    República;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) designar y remover, a propuesta de su Presidente, a    los representantes diplomáticos de Cuba ante otros Estados;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) otorgar condecoraciones y títulos honoríficos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;l) nombrar comisiones;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ll)conceder indultos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;m) ratificar y denunciar tratados internacionales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;n) otorgar o negar el beneplácito a los representantes    diplomáticos de otros Estados;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ñ)suspender las disposiciones del Consejo de Ministros    y los acuerdos y disposiciones de las Asambleas Locales del Poder Popular que    no se ajusten a la Constitución o a las leyes, o cuando afecten los intereses    de otras localidades o los generales del país, dando cuenta a la Asamblea    Nacional del Poder Popular en la primera sesión que celebre después de    acordada dicha suspensión;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;o) revocar los acuerdos y disposiciones de las    Administraciones Locales del Poder Popular que contravengan la Constitución,    las leyes, los decretos-leyes, los decretos y demás disposiciones dictadas por    un órgano de superior jerarquía, o cuando afecte n los intereses de otras    localidades o los generales del país;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;p) aprobar su reglamento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;q) las demás que le confieran la Constitución y las    leyes o le encomiende la Asamblea Nacional del Poder Popular. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 91.-&lt;/b&gt; Todas las decisiones del Consejo de Estado  son adoptadas por el voto favorable de la mayoría simple de sus integrantes.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 92.- El&lt;/b&gt; mandato  confiado al Consejo de Estado por la Asamblea Nacional del Poder Popular expira  al tomar posesión el nuevo Consejo de Estado elegido en virtud de las  renovaciones periódicas de aquella.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 93.- &lt;/b&gt;Las atribuciones  del Presidente del Consejo de Estado y Jefe de Gobierno son las siguientes:  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) representar al Estado y al Gobierno y dirigir su    política general;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) organizar y dirigir las actividades y convocar y    presidir las sesiones del Consejo de Estado y las del Consejo de Ministros;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) controlar y atender el desenvolvimiento de las    actividades de los ministerios y demás organismos centrales de la    Administración;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)asumir la dirección de cualquier ministerio u    organismo central de la Administración;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) proponer a la Asamblea Nacional del Poder Popular,    una vez elegido por esta los miembros del Consejo de Ministros;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) aceptar las renuncias de los miembros del Consejo de    Ministros, o bien proponer a la Asamblea Nacional del Poder Popular o al    Consejo de Estado según proceda, la sustitución de cualquiera de ellos y, en    ambos casos, los sustitutos correspondientes.    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) recibir las cartas credenciales de los jefes de las    misiones extranjeras. Esta función podrá ser delegada en cualquiera de los    Vicepresidentes del Consejo de Estado.    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) desempeñar la Jefatura Suprema de todas las    instituciones armadas y determinar su organización general;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) presidir el Consejo de Defensa Nacional;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) declarar el Estado de Emergencia en los casos    previstos por esta Constitución, dando cuenta de su decisión, tan pronto las    circunstancias lo permitan, a la Asamblea Nacional del Poder Popular o al    Consejo de Estado, de no poder reunirse aquella, a los efectos legales    procedentes;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) firmar decretos-leyes y otros acuerdos del Consejo    de Estado y las disposiciones legales adoptadas por el Consejo de Ministros o    su Comité Ejecutivo y ordenar su publicación en la Gaceta Oficial de la    República;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) las demás que por esta Constitución o las leyes se    le atribuyan. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;Artículo 94.-&lt;/b&gt; En caso de  ausencia, enfermedad o muerte del Presidente del Consejo de Estado lo sustituye  en sus funciones el Primer Vicepresidente.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 95.-&lt;/b&gt; El Consejo de  Ministros es el máximo órgano ejecutivo y administrativo y constituye el  Gobierno de la República. El numero, denominación y funciones de los ministerios  y organismos centrales que forman parte del Consejo de Ministros es determinado  por la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 96.-&lt;/b&gt; El Consejo de  Ministros esta integrado por el Jefe de Estado y de Gobierno, que es su  Presidente, el Primer Vicepresidente; los Vicepresidentes, los Ministros, el  Secretario y los demás miembros que determine la ley.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 97.-&lt;/b&gt; El Presidente, el  Primer Vicepresidente, los Vicepresidentes y otros miembros del Consejo de  Ministros que determine el Presidente, integran su Comité Ejecutivo.&lt;br /&gt;El Comité Ejecutivo puede decidir sobre las cuestiones  atribuidas al Consejo de Ministros, durante los periodos que median entre una y  otra de sus reuniones.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 98.- &lt;/b&gt;Son atribuciones  del Consejo de Ministros:&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) organizar y dirigir la ejecución de las actividades    políticas, económicas, culturales, científicas, sociales y de defensa    acordadas por la Asamblea Nacional del Poder Popular;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) proponer los proyectos de planes generales de    desarrollo economico-social del Estado y, una vez aprobados por la Asamblea    Nacional del Poder Popular, organizar, dirigir y controlar su ejecución;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) dirigir la política exterior de la República y las    relaciones con otros gobiernos;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)aprobar tratados internacionales y someterlos a la    ratificación del Consejo de Estado;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) dirigir y controlar el comercio exterior;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) elaborar el proyecto de presupuesto del Estado y una    vez aprobado por la Asamblea Nacional del Poder Popular, velar por su    ejecución;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) adoptar medidas para fortalecer el sistema monetario    y crediticio;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) elaborar proyectos legislativos y someterlos a la    consideración de la Asamblea Nacional del Poder Popular o del Consejo de    Estado, según proceda;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) proveer la defensa nacional, al mantenimiento del    orden y la seguridad interiores, a la protección de los derechos ciudadanos,    así como a la salvaguarda de vidas y bienes en caso de desastres naturales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) dirigir la administración del Estado, y unificar,    coordinar y fiscalizar la actividad de los organismos de la Administración    Central y de las Administraciones Locales;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) ejecutar las leyes y acuerdos de la Asamblea    Nacional del Poder Popular, así como los decretos-leyes y disposiciones del    Consejo de Estado y, en caso necesario, dictar los reglamentos    correspondientes;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) dictar decretos y disposiciones sobre la base y en    cumplimiento de las leyes vigentes y controlar su ejecución.    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;l) revocar las decisiones de las Administraciones    subordinadas a las Asambleas Provinciales o Municipales del Poder Popular,    adoptadas en función de las facultades delegadas por los organismos de la    Administración Central del Estado, cuando contravengan;; las normas superiores    que les sean de obligatorio cumplimiento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ll)proponer a las Asambleas Provinciales y Municipales    del Poder Popular revocar las disposiciones que sean adoptadas en su actividad    especifica, por las administraciones provinciales y municipales a ellas    subordinadas, cuando contravengan las normas aprobadas por los organismos de    la Administración Central del Estado, en el ejercicio de sus atribuciones;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;m) revocar las disposiciones de los Jefes de organismos    de la Administración Central del Estado, cuando contravengan las normas    superiores que les sean de obligatorio cumplimiento;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;n) proponer a la Asamblea Nacional del Poder Popular o    al Consejo de Estado la suspensión de los acuerdos de las Asambleas Locales    del Poder Popular que contravengan las leyes y demás disposiciones vigentes, o    que afecten los intereses de otras comunidades;; o los generales del país;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ñ)crear las comisiones que estimen necesarias para    facilitar el cumplimiento de las tareas que le están asignadas;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;o) designar y remover funcionarios de acuerdo con las    facultades que le confiere la ley;    &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;p) realizar cualquier otra función que le encomiende    la Asamblea Nacional del Poder Popular o el Consejo de Estado. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;La ley  regula la organización y funcionamiento del Consejo de Ministros.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 99.-&lt;/b&gt; El Consejo de  Ministros es responsable y rinde cuenta, periódicamente, de todas sus  actividades ante la Asamblea Nacional del Poder Popular.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 100.- &lt;/b&gt;Son  atribuciones de los miembros del Consejo de Ministros:  &lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;dd&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;a) dirigir los asuntos y tareas del Ministerio u  organismo a su cargo, dictando las resoluciones y disposiciones necesarias  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;a ese fin;  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) dictar, cuando no sea atribución expresa de otro  órgano estatal, los reglamentos que se requieran para la ejecución y  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;aplicación de las leyes y decretos-leyes que les conciernen;    &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;c) asistir a las sesiones del Consejo de Ministros, con voz y voto, y        presentar a este proyectos de leyes, decretos-leyes, decretos, resoluciones,        acuerdos o cualquier otra proposición que estimen conveniente;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)nombrar, conforme a la ley, los funcionarios que les corresponden;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) cualquier otra que le atribuyan la Constitución y las leyes. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;b&gt;Artículo 101.- &lt;/b&gt;El Consejo de Defensa Nacional se constituye y prepara    desde tiempo de paz para dirigir el país en las condiciones de estado de guerra,    durante la guerra, la movilización general y el estado de emergencia. La ley    regula su organización y funciones.&lt;br /&gt;      &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO XI&lt;br /&gt;   LA DIVISIÓN POLITICO-ADMINISTRATIVA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;   &lt;b&gt;Artículo 102.-&lt;/b&gt; El territorio nacional, para los fines político- administrativos,    se divide en provincias y municipios; el numero, los limites y la denominación    de los cuales se establece en la ley. La ley puede establecer, ademas, otras    divisiones. La provincia es la sociedad local, con personalidad jurídica a todos    los efectos legales, organizada políticamente por la ley como eslabón intermedio    entre el gobierno central y el municipal, en una extensión superficial equivalente    a la del conjunto de municipios comprendidos en su demarcación territorial.    Ejerce las atribuciones y cumple los deberes estatales y de administración de    su competencia y tiene la obligación primordial de promover el desarrollo económico    y social de su territorio, para lo cual coordina y controla la ejecución de    la política, programas y planes aprobados por los órganos superiores del Estado,    con el apoyo de sus municipios, conjugandolos con los intereses de estos.&lt;br /&gt; El Municipio es la sociedad local, con personalidad jurídica a todos los efectos    legales, organizada políticamente por la ley, en una extensión territorial determinada    por necesarias relaciones económicas y sociales de su población, y con capacidad    para satisfacer las necesidades mínimas locales.&lt;br /&gt; Las provincias y los municipios, ademas de ejercer sus funciones propias, coadyuvan    a la realización de los fines del Estado.&lt;br /&gt;      &lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO XII&lt;br /&gt;   ÓRGANOS LOCALES DEL PODER POPULAR&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;   &lt;b&gt;Artículo 103.-&lt;/b&gt; Las Asambleas del Poder Popular, constituidas en las demarcaciones    politico-administrativas en que se divide el territorio nacional, son los órganos    superiores locales del poder del Estado, y, en consecuencia, están investidas    de la mas alta autoridad para el ejercicio de las funciones estatales en sus    demarcaciones respectivas y para ello, dentro del marco de su competencia, y    ajustandose a la ley, ejercen gobierno.&lt;br /&gt; Ademas, coadyuvan al desarrollo de las actividades y al cumplimiento de los    planes de las unidades establecidas en su territorio que no les estén subordinadas,    conforme a lo dispuesto en la ley. Las Administraciones Locales que estas Asambleas    constituyen, dirigen las entidades económicas, de producción y de servicios    de subordinación local, con el propósito de satisfacer las necesidades económicas,    de salud y otras de carácter asistencial, educacionales, culturales, deportivas    y recreativas de la colectividad del territorio a que se extiende la jurisdicción    de cada una.&lt;br /&gt; Para el ejercicio de sus funciones, las Asambleas Locales del Poder Popular    se apoyan en los Consejos Populares y en la iniciativa y amplia participación    de la población y actúan en estrecha coordinación con las organizaciones de    masas y sociales.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 104.-&lt;/b&gt; Los Consejos Populares se constituyen en ciudades,      pueblos, barrios, poblados y zonas rurales; están investidos de la mas alta      autoridad para el desempeño de sus funciones; representan a la demarcación      donde actúan y a la vez son representantes de los órganos del Poder Popular      municipal, provincial y nacional. Trabajan activamente por la eficiencia en      el desarrollo de las actividades de producción y de servicios y por la satisfacción      de las necesidades asistenciales, económicas, educacionales, culturales y      sociales de la población, promoviendo la mayor participación de esta y las      iniciativas locales para la solución de sus problemas. Coordinan las acciones      de las entidades existentes en su área de acción, promueven la cooperación      entre ellas y ejercen el control y la fiscalización de sus actividades.&lt;br /&gt;   Los Consejos Populares se constituyen a partir de los delegados elegidos en      las circunscripciones, los cuales deben elegir entre ellos quien los presida.      A los mismos pueden pertenecer los representantes de las organizaciones de      masas y de las instituciones mas importantes en la demarcación.&lt;br /&gt;   La ley regula la organización y atribuciones de los Consejos Populares.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 105.-&lt;/b&gt; Dentro de los limites de su competencia las Asambleas      Provinciales del Poder Popular tienen las atribuciones siguientes:    &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) cumplir y hacer cumplir las leyes y demás disposiciones de carácter        general adoptadas por los órganos superiores del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) aprobar y controlar, conforme a la política acordada por los organismos        nacionales competentes, la ejecución del plan y del presupuesto ordinario        de ingresos y gastos de la provincia;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) elegir y revocar al Presidente y Vicepresidente de la propia Asamblea;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)designar y sustituir al Secretario de la Asamblea;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) participar en la elaboración y control de la ejecución del presupuesto        y el plan técnico-económico del Estado, correspondiente a las entidades        radicadas en su territorio y subordinadas a otras instancias, conforme a        la ley;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) controlar y fiscalizar la actividad del órgano de administración de        la provincia auxiliándose para ello de sus comisiones de trabajo;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) designar y sustituir a los miembros del órgano de Administración provincial,        a propuesta de su Presidente;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) determinar, conforme a los principios establecidos por el Consejo de        Ministros, la organización, funcionamiento y tareas de las entidades encargadas        de realizar las actividades económicas, de producción y servicios, educacionales,        de salud, cultura les, deportivas, de protección del medio ambiente y recreativas,        que están subordinadas al órgano de Administración provincial;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) adoptar acuerdos sobre los asuntos de administración concernientes        a su demarcación territorial y que, según la ley, no correspondan a la competencia        general de la Administración Central del Estado o a la de los órganos municipales        de poder estatal ;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) aprobar la creación y organización de los Consejos Populares a propuesta        de las Asambleas Municipales del Poder Popular;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) revocar, en el marco de su competencia, las decisiones adoptadas por        el órgano de administración de la provincia, o proponer su revocación al        Consejo de Ministros, cuando hayan sido adoptadas en función de facultades        delegadas por los organismos de la Administración Central del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) conocer y evaluar los informes de rendición de cuenta que les presenten        su órgano de administración y las Asambleas del Poder Popular de nivel inferior,        y adoptar las decisiones pertinentes sobre ellos;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;l) formar y disolver comisiones de trabajo;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ll)atender todo lo relativo a la aplicación de la política de cuadros        que tracen los órganos superiores del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;m) fortalecer la legalidad, el orden interior y la capacidad defensiva        del país;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;n) cualquier otra que le atribuyan la Constitución y las leyes. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;b&gt;Artículo 106.-&lt;/b&gt; Dentro de los limites de su competencia, las Asambleas    Municipales del Poder Popular tienen las atribuciones siguientes:    &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) cumplir y hacer cumplir las leyes y demás disposiciones de carácter        general adoptadas por los órganos superiores del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) elegir y revocar al Presidente y al Vicepresidente de la Asamblea;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) designar y sustituir al Secretario de la Asamblea;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ch)ejercer la fiscalización y el control de las entidades de subordinación        municipal, apoyándose en sus comisiones de trabajo;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;d) revocar o modificar los acuerdos y disposiciones de los órganos o autoridades        subordinadas a ella, que infrinjan la Constitución, las leyes, los decretos-leyes,        los decretos, resoluciones y otras disposiciones dictados por los órganos        superiores de l Estado o que afecten los intereses de la comunidad, de otros        territorios, o los generales del país, o proponer su revocación al Consejo        de Ministros, cuando hayan sido adoptados en función de facultades delegadas        por los organismos de la Administración Central del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;e) adoptar acuerdos y dictar disposiciones dentro del marco de la Constitución        y de las leyes vigentes, sobre asunto de interés municipal y controlar su        aplicación;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;f) designar y sustituir a los miembros de su órgano de administración        a propuesta de su Presidente;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;g) determinar, conforme a los principios establecidos por el Consejo de        Ministros, la organización, funcionamiento y tareas de las entidades encargadas        de realizar las actividades económicas, de producción y servicios, de salud        y otras de carácter así stencial, educacionales, culturales, deportivas,        de protección del medio ambiente y recreativas, que están subordinadas a        su órgano de Administración;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;h) proponer la creación y organización de Consejos Populares, de acuerdo        con lo establecido en la ley;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;i) constituir y disolver comisiones de trabajo;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;j) aprobar el plan económico-social y el presupuesto del municipio, ajustándose        a las políticas trazadas para ello por los organismos competentes de la        Administración Central del Estado, y controlar su ejecución;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;k) coadyuvar al desarrollo de las actividades y al cumplimiento de los        planes de producción y de servicios de las entidades radicadas en su territorio        que no les estén subordinadas, para lo cual podrán apoyarse en sus comisiones        de trabajo y en su órg ano de Administración;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;l) conocer y evaluar los informes de rendición de cuenta que le presente        su órgano de administración y adoptar las decisiones pertinentes sobre ellos;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;ll)atender todo lo relativo a la aplicación de la política de cuadros        que tracen los órganos superiores del Estado;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;m) fortalecer la legalidad, el orden interior y la capacidad defensiva        del país;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;n) cualquier otra que le atribuyan la Constitución y las leyes. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;b&gt;Artículo 107.-&lt;/b&gt; Las sesiones ordinarias y extraordinarias de las Asambleas    Locales del Poder Popular son publicas, salvo en el caso que estas acuerden    celebrarlas a puertas cerradas, por razón de interés de Estado o porque se trate    en ellas asuntos referidos al decoro de las personas.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 108.- &lt;/b&gt;En las sesiones de las Asambleas Locales del Poder      Popular se requiere para su validez la presencia de mas de la mitad del numero      total de sus integrantes. Sus acuerdos se adoptan por mayoría simple de votos.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 109.- &lt;/b&gt;Las entidades que se organizan para la satisfacción      de las necesidades locales a fin de cumplir sus objetivos específicos, se      rigen por las leyes, decretos-leyes y decretos; por acuerdos del Consejo de      Ministros; por disposiciones que dicten los jefes de los organismos de la      Administración Central del Estado en asuntos de su competencia, que sean de      interés general y que requieran ser regulados nacionalmente; y por los acuerdos      de los órganos locales a los que se subordinan.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 110.-&lt;/b&gt; Las comisiones permanentes de trabajo son constituidas      por las Asambleas Provinciales y Municipales del Poder Popular atendiendo      a los intereses específicos de su localidad, para que las auxilien en la realización      de sus actividades y especialmente para ejercer el control y la fiscalización      de las entidades de subordinación local y de las demás correspondientes a      otros niveles de subordinación, que se encuentren radicadas en su demarcación      territorial. Las comisiones de carácter temporal cumplen las tareas especificas      que les son asignadas dentro del termino que se les señale.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 111.- &lt;/b&gt;Las Asambleas Provinciales del Poder Popular se renovaran      cada cinco años, que es el periodo de duración del mandato de sus delegados.    &lt;br /&gt;   Las Asambleas Municipales del Poder Popular se renovaran cada dos años y medio,      que es el periodo de duración del mandato de sus delegados.&lt;br /&gt;   Dichos mandatos solo podrán extenderse por decisión de la Asamblea Nacional      del Poder Popular, en los casos señalados en el Artículo 72.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 112.-&lt;/b&gt; El mandato de los delegados a las Asambleas Locales      es revocable en todo momento. La ley determina la forma, las causas y los      procedimientos para ser revocados.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 113.&lt;/b&gt;- Los delegados cumplen el mandato que les han conferido      sus electores, en interés de toda la comunidad, para lo cual deberán coordinar      sus funciones como tales, con sus responsabilidades y tareas habituales. La      ley regula la forma en que se desarrollan estas funciones.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 114.- &lt;/b&gt;Los delegados a las Asambleas Municipales del Poder      Popular tienen los derechos y las obligaciones que les atribuyan la Constitución      y las leyes y en especial están obligados a:    &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) dar a conocer a la Asamblea y a la Administración de la localidad las        opiniones, necesidades y dificultades que les trasmitan sus electores;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) informar a sus electores sobre la política que sigue la Asamblea y        las medidas adoptadas para la solución de necesidades planteadas por la        población o las dificultades que se presentan para resolverlas;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;c) rendir cuenta periódicamente a sus electores de su gestión personal,        e informar a la Asamblea o a la Comisión a la que pertenezcan, sobre el        cumplimiento de las tareas que les hayan sido encomendadas, cuando estas        lo reclamen. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;b&gt;Artículo 115.-&lt;/b&gt; Los delegados a las Asambleas Provinciales del Poder Popular    tienen el deber de desarrollar sus labores en beneficio de la colectividad y    rendir cuenta de su gestión personal según el procedimiento que la ley establece.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 116.- &lt;/b&gt;Las Asambleas Provinciales y Municipales del Poder      Popular eligen de entre sus delegados a su Presidente y Vicepresidente. La      elección se efectúa en virtud de candidaturas propuestas en la forma y según      el procedimiento que la ley establece.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 117.- &lt;/b&gt;Los Presidentes de las Asambleas Provinciales y Municipales      del Poder Popular son a la vez presidentes de los respectivos Órganos de Administración      y representan al Estado en sus demarcaciones territoriales. Sus atribuciones      son establecidas por la ley.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 118.-&lt;/b&gt; Los órganos de Administración que constituyen las Asambleas      Provinciales y Municipales del Poder Popular funcionan de forma colegiada      y su composición, integración, atribuciones y deberes se establecen en la      ley.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 119.- &lt;/b&gt;Los Consejos de Defensa Provinciales, Municipales y      de las Zonas de Defensa se constituyen y preparan desde tiempo de paz para      dirigir en los territorios respectivos, en las condiciones de estado de guerra,      durante la guerra, la movilización general o el estado de emergencia, partiendo      de un plan general de defensa y del papel y responsabilidad que corresponde      a los consejos militares de los ejércitos. El Consejo de Defensa Nacional      determina, conforme a la ley, la organización y atribuciones de estos Consejos.    &lt;br /&gt;        &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO XIII&lt;br /&gt;   TRIBUNALES Y FISCALÍA&lt;/span&gt; &lt;/h3&gt; &lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Artículo 120.-&lt;/b&gt; La función de impartir justicia dimana del pueblo y es    ejercida a nombre de este por el Tribunal Supremo Popular y los demás Tribunales    que la ley instituye.&lt;br /&gt; La ley establece los principales objetivos de la actividad judicial y regula    la organización de los Tribunales; la extensión de su jurisdicción y competencia;    sus facultades y el modo de ejercerlas; los requisitos que deben reunir los    jueces, la forma de elección de estos y las causas y procedimientos para su    revocación o cese en el ejercicio de sus funciones.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 121.-&lt;/b&gt; Los tribunales constituyen un sistema de órganos estatales,      estructurado con independencia funcional de cualquier otro y subordinado jerárquicamente      a la Asamblea Nacional del Poder Popular y al Consejo de Estado.&lt;br /&gt;   El Tribunal Supremo Popular ejerce la máxima autoridad judicial y sus decisiones,      en este orden, son definitivas.&lt;br /&gt;   A través de su Consejo de Gobierno ejerce la iniciativa legislativa y la potestad      reglamentaria; toma decisiones y dicta normas de obligado cumplimiento por      todos los tribunales y, sobre la base de la experiencia de estos, imparte      instrucciones de carácter obligatorio para establecer una practica judicial      uniforme en la interpretación y aplicación de la ley.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 122.-&lt;/b&gt; Los jueces, en su función de impartir justicia, son      independientes y no deben obediencia mas que a la ley.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 123.- &lt;/b&gt;Los fallos y demás resoluciones firmes de los tribunales,      dictados dentro de los limites de su competencia, son de ineludible cumplimiento      por los organismos estatales, las entidades económicas y sociales y los ciudadanos,      tanto por los directamente afectados por ellos, como por los que no teniendo      interés directo en su ejecución vengan obligados a intervenir en la misma.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 124.- &lt;/b&gt;Para los actos de impartir justicia todos los tribunales      funcionan de forma colegiada y en ellos participan, con iguales derechos y      deberes, jueces profesionales y jueces legos. El desempeño de las funciones      judiciales encomendadas al juez lego, dada su importancia social, tiene prioridad      con respecto a su ocupación laboral habitual.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 125.- &lt;/b&gt;Los tribunales rinden cuenta de los resultados de su      trabajo en la forma y con la periodicidad que establece la ley.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 126.-&lt;/b&gt; La facultad de revocación de los jueces corresponde      al órgano que los elige.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 127.-&lt;/b&gt; La Fiscalía General de la República es el órgano del      Estado al que corresponde, como objetivos fundamentales, el control y la preservación      de la legalidad, sobre la base de la vigilancia del estricto cumplimiento      de la Constitución, las leyes y demás disposiciones legales, por los organismos      del Estado, entidades económicas y sociales y por los ciudadanos; y la promoción      y el ejercicio de la acción penal publica en representación del Estado.&lt;br /&gt;   La ley determina los demás objetivos y funciones, así como la forma, extensión      y oportunidad en que la Fiscalía ejerce sus facultades al objeto expresado.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 128.-&lt;/b&gt; La Fiscalía General de la República constituye una      unidad orgánica subordinada únicamente a la Asamblea Nacional del Poder Popular      y al Consejo de Estado.&lt;br /&gt;   El Fiscal General de la República recibe instrucciones directas del Consejo      de Estado.&lt;br /&gt;   Al Fiscal General de la República corresponde la dirección y reglamentación      de la actividad de la Fiscalía en todo el territorio nacional.&lt;br /&gt;   Los órganos de la Fiscalía están organizados verticalmente en toda la nación,      están subordinados solo a la Fiscalía General de la República y son independientes      de todo órgano local.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 129.-&lt;/b&gt; El Fiscal General de la República y los vicefiscales      generales son elegidos y pueden ser revocados por la Asamblea Nacional del      Poder Popular.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 130.-&lt;/b&gt; El Fiscal General de la República rinde cuenta de su      gestión ante la Asamblea Nacional del Poder Popular en la forma y con la periodicidad      que establece la ley.&lt;br /&gt;        &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO XIV&lt;br /&gt;   SISTEMA ELECTORAL&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;   &lt;b&gt;Artículo 131.- &lt;/b&gt;Todos los ciudadanos, con capacidad legal para ello, tienen    derecho a intervenir en la dirección del Estado, bien directamente o por intermedio    de sus representantes elegidos para integrar los órganos del Poder Popular,    y a participar, con este propósito, en la forma prevista en la ley, en elecciones    periódicas y referendos populares, que serán de voto libre, igual y secreto.    Cada elector tiene derecho a un solo voto.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 132.- &lt;/b&gt;Tienen derecho al voto todos los cubanos, hombres y      mujeres, mayores de dieciséis años de edad, excepto:&lt;br /&gt;        &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;a) los incapacitados mentales, previa declaración judicial de su incapacidad;      &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;b) los iñabilitados judicialmente por causa de delito. &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;   &lt;b&gt;Artículo 133.- &lt;/b&gt;Tienen derecho a ser elegidos los ciudadanos cubanos,    hombres o mujeres, que se hallen en el pleno goce de sus derechos políticos.  &lt;br /&gt; Si la elección es para diputados a la Asamblea Nacional del Poder Popular, deben,    ademas, ser mayores de dieciocho años de edad.    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 134.-&lt;/b&gt; Los miembros de las Fuerzas Armadas Revolucionarias      y demás institutos armados tienen derecho a elegir y a ser elegidos, igual      que los demás ciudadanos.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 135.-&lt;/b&gt; La ley determina el numero de delegados que integran      cada una de las Asambleas Provinciales y Municipales, en proporción al numero      de habitantes de las respectivas demarcaciones en que, a los efectos electorales,      se divide el territorio nacional. Los delegados a las Asambleas Provinciales      y Municipales se eligen por el voto libre, directo y secreto de los electores.      La ley regula, asimismo, el procedimiento para su elección.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Artículo 136.- &lt;/b&gt;Para que se considere elegido un diputado o un delegado      es necesario que haya obtenido mas de la mitad del numero de votos validos      emitidos en la demarcación electoral de que se trate. De no concurrir esta      circunstancia, o en los demás casos de plazas vacantes, la ley regula la forma      en que se procedera.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;        &lt;/p&gt;&lt;h3 align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;CAPÍTULO XV&lt;br /&gt;   REFORMA CONSTITUCIONAL&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;   &lt;b&gt;Artículo 137.-&lt;/b&gt; Esta Constitución solo puede ser reformada por la Asamblea    Nacional del Poder Popular mediante acuerdo adoptado, en votación nominal, por    una mayoría no inferior a las dos terceras partes del numero total de sus integrantes,    excepto en lo que se refiere al sistema político, económico y    social, cuyo carácter irrevocable lo establece el artículo 3 del    Capítulo I, y la prohibición de negociar acuerdos bajo agresión,    amenaza o coerción de una potencia extranjera. &lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;Si la reforma se refiere a la integración y facultades de la Asamblea Nacional    del Poder Popular o de su Consejo de Estado o a derechos y deberes consagrados    en la Constitución, requiere, además, la ratificación por el voto favorable    de la mayoría de los ciudadanos con derecho electoral, en referendo convocado    al efecto por la propia Asamblea. &lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(Artículo Modificado por Ley de Reforma Constitucional    2002)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dd&gt; &lt;dd&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Disposición Especial.- &lt;/b&gt;El pueblo de Cuba, casi en su totalidad,      expresó entre los días 15 y 18 del mes de junio del 2002, su      más decidido apoyo Al proyecto de reforma constitucional propuesto      por las organizaciones de masas en asamblea extraordinaria de todas sus direcciones      nacionales que había tenido lugar el día 10 del propio mes de      junio, en el cual se ratifica en todas sus partes la Constitución de      la República y se propone que el carácter socialista y el sistema      político y social contenido en ella sean declarados irrevocables, como      digna y categórica respuesta a las exigencias y amenazas del gobierno      imperialista de Estados Unidos el 20 de mayo del 2002.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo lo cual fue aprobado por unanimidad, mediante el Acuerdo No.- adoptado      en sesión extraordinaria de la V Legislatura, celebrada los días      24, 25 y 26 del mes de junio del 2002.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(Disposición adicionada por Ley de Reforma      Constitucional 2002)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;       &lt;p align="center"&gt;________        &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;NOTA        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El anteproyecto de la Constitución de la República, durante 1975 fue          sometido a discusión pública donde participaron más de 6 millones de personas,          y se formularon propuestas que llevaron a modifi-car 60 de los artículos          propuestos.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El 15 de febrero de 1976 se celebró un referendo en el que votó el 98%          de los electores, de los cuales el 97,7% lo hizo afirmativamente, alcanzando          así su aprobación, mediante el voto libre, directo y secreto de la inmensa          mayoría de éstos.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El 24 de febrero de 1976, fue proclamada esta Constitución en acto solemne          y público.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El 26 de junio de 1978, la Asamblea Nacional del Poder Popular en uso          de sus facultades constitucionales, acordó reformar el artículo 10, inciso          a) de la Constitución, a los efectos de que en lo sucesivo la Isla de          Pinos pasara a llamarse Isla de la Juventud.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El 12 de julio de 1992 fue aprobada en sesión convocada al efecto, de          la Asamblea Nacional del Poder Popular, la Ley de Reforma Constitucional          encaminada a cumplimentar las recomendaciones del IV Congreso del Partido          Comunista de Cuba adoptadas como resultado del debate público, abierto,          franco y sereno con el pueblo, del llamamiento que lo convocó y que evidenció,          en lo concerniente a la actividad de los organismos estatales, la necesidad          de encontrar vías para hacer aún más representativas nuestras instituciones          democráticas y, consecuentemente, adoptar decisiones con vista a perfeccionar          sus estruc-turas, atribuciones y funciones de dirección en sus diferentes          instancias; incluir precisiones sobre la ges-tión del gobierno en provincias          y municipios; establecer nuevas formas de elección de los diputados a          la Asamblea Nacional y de los delegados a las asambleas provinciales,          así como otras cuestiones de interés para la vida institucional del país.          La Constitución también fue modificada con el fin de garantizar y ampliar          el ejercicio de numerosos derechos y libertades fundamentales y los derechos          civiles y políticos de los ciudadanos y extranjeros.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;El 10 de junio del 2002, el pueblo de Cuba, en un proceso plebiscitario          popular sin precedentes, puesto de manifiesto tanto en la Asamblea Extraordinaria          de las direcciones nacionales de las organizaciones de masas; como en          actos y marchas realizados el día 12 del propio mes de junio a todo lo          largo y ancho del país, en los que participaron más de nueve millones          de personas y para la firma pública y voluntaria de 8 198 237 electores          durante los días 15, 16 y 17 de ese mismo mes ratificaron el contenido          socialista de esta Constitución en respuesta a las manifestaciones injerencistas          y ofensivas del Presidente de los Estados Unidos de América, e interesaron          de la Asamblea Nacional del Poder Popular reformarla, para dejar expresamente          consignado el carácter irrevocable del socialismo y del sistema político          y social re-volucionario por ella diseñado, así como que las relaciones          económicas, diplomáticas y políticas con otro Estado no pueden ser negociadas          bajo agresión, amenaza o coerción de una potencia extranjera, ante lo          cual el órgano supremo de poder del Estado, en sesión extraordinaria,          convocada al efecto, adop-tó por unanimidad el Acuerdo No. V-74, por el          que se aprobó la Ley de Reforma Constitucional el 26 de junio del 2002.          Comisión de Asuntos Constitucionales y Jurídicos de la Asamblea Nacional          del Poder Popular.        &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.gacetaoficial.cu/"&gt;Gaceta          Oficial República de Cuba&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/dd&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116139057993023334?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116139057993023334/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116139057993023334' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116139057993023334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116139057993023334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/10/muito-frente.html' title='Muito à frente'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116048437079465294</id><published>2006-10-10T13:43:00.000+01:00</published><updated>2006-10-10T13:50:10.516+01:00</updated><title type='text'>O TEMPO É DE LUTA E RESISTÊNCIA. VAMOS À CONTRA-OFENSIVA. O CAPITAL E O SEU GOVERNO NÃO PODEM CONSEGUIR FAZER-NOS VOLTAR ATRÁS.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/frente_protestogeral001.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/frente_protestogeral001.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116048437079465294?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116048437079465294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116048437079465294' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116048437079465294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116048437079465294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/10/o-tempo-de-luta-e-resistncia-vamos.html' title='O TEMPO É DE LUTA E RESISTÊNCIA. VAMOS À CONTRA-OFENSIVA. O CAPITAL E O SEU GOVERNO NÃO PODEM CONSEGUIR FAZER-NOS VOLTAR ATRÁS.'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-116042861812838590</id><published>2006-10-09T20:51:00.000+01:00</published><updated>2006-10-09T23:38:08.680+01:00</updated><title type='text'>Iraque - A mentira do império fascista</title><content type='html'>Já só quem não quer é que ainda não se convenceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim não é de mais mostrar as provas da mentira que levou o Iraque a ser invadido e ocupado pelos EUA e aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também haveremeos de saber algo mais sobre o 11 de Setembro. Mas para já o império Americano, com a pronta colaboração das oligarquias financeiras europeias, foram  indesmentivelmente  apanhados com o engodo das armas de destruição massiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo uma farsa que não aguentou muito tempo até ser desmascarada. Mas o império não se importa. Já está em marcha o plano de saque e dominio ilimitados para controlo dos recursos energéticos e zonas estratégicas, de mercados e rotas; já está em marcha o plano para o ataque a todo e qualquer foco de resistência; o plano para salvar a economia norte-americana do inevitável. A qualquer momento a bolha especulativa rebenta e o império verá a sua economia entrar na sua maior crise de sempre. Quem sabe a última...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O dólar perde terreno para o Euro a cada dia. No Iraque Saddam já tinha adoptado o Euro como moeda para as transacções comerciais externas. O Iraque foi invadido e ocupado. O Irão prepara-se para abrir uma bolsa que transacciona os títulos do mercado petrolífero, onde as transacções serão efectuadas em...Euros. Está na forja o ataque ao Irão. A guerra de Israel contra o Líbano foi um dos passos tomados nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está a decorrer uma nova partilha do mundo entre as potências imperialistas. Este é o ataque mais cerrado do capital desde a queda da União Soviética. Ou melhor, esta é uma nova e mais violenta fase do ataque que o grande capital desferiu sobre sobre os povos do mundo desde que o contra-peso do bloco socialista do Leste da Europa ruiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa assiste-se hoje a um ataque brutal aos direitos e liberdades dos trabalhadores de cada país. A União Europeia tem claramente o objectivo de liquidar o que resta da "Europa Social". Praticamente todos os países da Europa Ocidental têm ainda hoje o "Estado de Providência". O estado que presta cuidados de saúde, de educação, gere um sistema de Segurança Social que garante reformas e subsidios aos mais necessitados, e tem uma legislação laboral ainda assim com o minimo de direitos para quem trabalha. Isto dentro do sistema capitalista, não nos enganemos.&lt;br /&gt;Acontece que esta "Europa Social" existe em grande parte devido à existência do bloco socialista e ao seu modelo de organização social, que mesmo com todos os desvios que levaram à sua queda, era sem dúvida muito mais à frente do que no Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não indo para além das fronteiras portuguesas, o que é que se passa? &lt;br /&gt;O Capital nacional em conjunto com capital estrangeiro, sob as ordens da UE e com belos capatazes que são os governos que por aqui têm governado desde pouco depois do 25 de Abril, até agora mais ou menos encobertamente e desde que o PS é governo com Sócrates completamente sem pudor ou inibições de qualquer ordem, têm atacado todos os direitos alcançados coma Revolução. Hoje todos clamam por uma nova Constituição. Todos, isto é, o Belmiro, o compromisso Portugal, o CDS, o PSD, o PS (ainda disfarçadamente, pois é um partido de "esquerda"), o PR Cavaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o ataque ao regime politico que também já está em andamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ataque actual está em consonancia com os desenvolvimentos mais gerais da cena internacional. É brutal o que este governo quer fazer. Ataque cerrado a tudo o que é serviço público com perda de muitos direitos por parte do trabalhadores e em última instância da população em geral. Ataque à Segurança Social e a quem dela usufrui como um direito, ou seja todos os que trabalham ou estão reformados após uma vida de trabalho. Ataque ao SNS, ataque à Educação. Tudo com vista a privatizações. Também a alteração, a favor do capital da legislação laboral com o Código do Trabalho que já vem do PSD. Tudo isto com os lucros do capital financeiro a crescer exponencialmente. E já vamos com 2.000.000 de pessoas que são muito pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta grande e violenta ofensiva do capital sobre povos e trabalhadores passa-se em Portugal como nos restantes países Europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nível global vemos o império a armar-se e a partir para o ataque militar. E mentem descaradamente.  E matam milhares e milhares de pessoas impunemente. Não têm vergonha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AofhyXjttJA"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AofhyXjttJA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo o império vai-se fascizando. As marcas já vão aparecendo. Não se estranha. O Estado e as instituições modificam-se com a evolução da luta de classes. Com o domínio e poderio actual do capital e da burguesia, o estado torna-se cada vez mais o seu instrumento de legitimação. A repressão e a tortura generalizam-se e as instituições so poder vão-se fascizando.&lt;br /&gt;O Programa é de comédia mas a realidade que mostra é bem triste e perigosa para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VudzNzPkFb0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VudzNzPkFb0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-116042861812838590?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/116042861812838590/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=116042861812838590' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116042861812838590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/116042861812838590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/10/iraque-mentira-do-imprio-fascista.html' title='Iraque - A mentira do império fascista'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-115378382188885325</id><published>2006-07-25T00:26:00.000+01:00</published><updated>2006-07-25T00:30:21.900+01:00</updated><title type='text'>Fim ao terrorismo imperialista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/concentra_26jul06_46pc.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/concentra_26jul06_46pc.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/embaixada_israel.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/embaixada_israel.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-115378382188885325?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/115378382188885325/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=115378382188885325' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/115378382188885325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/115378382188885325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/07/fim-ao-terrorismo-imperialista.html' title='Fim ao terrorismo imperialista'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114806700898257152</id><published>2006-05-19T20:25:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T20:28:37.196+01:00</updated><title type='text'>É pela luta que lá vamos</title><content type='html'>Há alguns dias, foi noticiado em toda a comunicação social que o Instituto de Gestão do Porto - IGP - responsável pela elaboração do estudo que concluia ser preferível o alargamento do Hospital Garcia de Orta, a construção de um Hospital que se situásse no Concelho do Seixal e que servisse as populações de Seixal, Almada e Sesimbra - fez uma adenda de última hora ao referido estudo rectificando as conclusões em sentido contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal a preferencia é pela construção do Hospital no Seixal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não me engano o próprio Ministério da Saúde já confirmou a decisão.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/seixal20060325_cordao01.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/seixal20060325_cordao01.3.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Várias conclusões se podem tirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira só pode ser a vitória das populações daqueles Concelhos. Vitória, pois num processo longo, que envolveu inúmeras entidades, com destaque para o papel das Comissões de Utentes de Saúde e para o apoio dado pelo poder político local que se traduziu na entrada na luta das Camaras e Assembleias Municipais e as Juntas de Freguesia daqueles tres Concelhos, as populações em luta conseguiram de facto que não lhes fosse negado o direito de acesso a cuidados de saúde públicos de qualidade e  próximos  das  pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda é que esta vitória não foi fácil e sem a luta, institucional e, principalmente,  de  massas, ela não teria  acontecido. Não teria acontecido pois em todo o processo o Governo mostrou sempre que o critério com que define as suas opções na área da saúde - de resto, como em todas as áreas - é um critério economicista, cujos objectivos são poupar nas despesas públicas cegamente, desresponsabilizar o Estado das suas funções sociais e entregar os serviços públicos - incluindo o SNS - aos grandes grupos económicos privados cuja meta, como se sabe, é ter os lucros ao máximo.&lt;br /&gt;A luta de massas foi preponderante. Esta manifestou-se a dois níveis - um através de todas as acções desencadeadas pelas comissões de utentes, associações de reformados, colectividades locais, associações de bombeiros, num conjunto de de mais de uma centena de entidades. Outro através da luta na rua, em que mais de 10.000 formaram um cordão de 4 Km e manifestaram-se pelo seu direito a saúde. Esta luta que envolveu milhares e milhares de pessoas, em conjunto com uma outra série de lutas que vão acontecendo por este país - para o caso importa referir as manifestações contra o fecho de maternidades, que acontecerem por todo o país - fizeram com o que o Governo tivesse que recuar, pelo menos na questão do Hospital para o Seixal.&lt;br /&gt;Mas meus amigos, não se iludam. Nunca o Governo voltaria atrás se a isso não tivesse sido obrigado.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/getimage.asp.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/getimage.asp.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A terceira conclusão apresenta-se em jeito de precaução. A luta já deu uma vitória ás populações de Sesimbra, Seixal e Almada. Mas estas, não podem ter por garantido, nem esta primeira vitória, nem aquelas que ainda falta conquistar neste processo, que não se pode considerar acabado. Ou seja, por um lado não se pode pensar que o Hospital está garantido. Todos sabemos que todos os Governos da Contra-Revolução de Abril - PS, PSD, CDS - decidiram sobre a aplicação de projectos, muitas vezes com o início de obras á vista quando não raras vezes, passam dezenas de anos até que as mesmas avancem. Só depois do Hospital concluido é que se poderá contar com ele. Por outro lado há ainda diversas coisas a conquistar, nomeadamente&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;assegurar que a construção de um Hospital no Seixal não impede que se façam as necessárias obras de alargamento e melhoramento do Hospital Garcia de Orta.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;assegurar também que o Hospital não vá ser fonte de lucro privado, ou seja que o Hospital seja enquadrado no sistema público do SNS para que, cumprindo a Constituição, todos tenham iguais condições de acesso á saúde&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Assim, deu-se um passo em frente, mas a caminhada ainda não terminou. As populações e as entidades envolvidas devem manter-se  alerta e vigilintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, reconfirma-se - é pela luta que lá vamos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114806700898257152?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114806700898257152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114806700898257152' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114806700898257152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114806700898257152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/05/pela-luta-que-l-vamos.html' title='É pela luta que lá vamos'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114763679623921140</id><published>2006-05-14T20:43:00.000+01:00</published><updated>2006-05-15T00:02:34.296+01:00</updated><title type='text'>E-mail ao Ministério das Relações Exteriores de Cuba</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/images.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sou português&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; e sou militante do Partido Comunista Português.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quero, em primeiro lugar saudar Cuba, a Revolução, o Governo Revolucionário de Cuba e, claro, todo o povo cubano que resiste há mais de 40 anos contra todos os ataques, ing&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;erências e sabotagens do Imperialismo Capitalista e que com todas as dificuldades mantem-se na vanguarda da luta por um mundo solidário e fraterno, pela autodeterminação e independência política, económica e cultural - a sua e a de todos os povos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época em que o Capitalismo imperialista e militarista/terrorista vê agudizarem-se as suas contradições enqu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;anto modo de produção e organização social que não só não resolve os problemas da humanidade, como os agrava para a grande massa trabalhadora em favor do crescente domínio de uma pequena minoria, o Capital - com os EUA  e a UE na frente - avança com uma grande ofensiva sobre os trabalhadores dos seus próprios países e sobre todos os povos e países que são um entrave ao seu domínio mundial.&lt;/span&gt;  &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Correm para o precipício, sem verem que já estão próximos de lá caírem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No entanto, não será sem luta, mas uma luta consciente e revolucionária dos povos que o mundo se transformará. O nosso trabalho enquanto revolucionários não pode parar enquanto os trabalhadores &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Manifestacion.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/Manifestacion.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;de cada país do mundo, de acordo com as especifidades da realidade existente em cada um, não estiverem preparados de uma maneira consciente para se unirem como classe explorada contra a classe dominante e exploradora do seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste sentido, Cuba é uma das grandes referências para a Humanidade. É preciso que as forças revolucionárias e  progressistas de cada país encontre as formas necessárias para que em cada país o poder seja efect&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ivamente de todo o povo. E Cuba pode e deve ser exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Claro que a propaganda imperialista dificulta o conhecimento da realidade cubana. Do seu modo de organização económica, social e política. Dos seus feitos na área da saúde, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas Cuba resiste e o mundo não está condenado, embora cada dia que passa torne tudo mais difícil. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas a cada dia que passa a resistência aumenta. Na América Latina, no Iraque, no Afeganistão, na própria Europa e EUA - com tónico nas grandes manifestações de imigrantes - e em vastas regiões do globo os trabalhadores e os povos resistem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um grande abraço, deste vosso camarada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114763679623921140?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114763679623921140/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114763679623921140' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114763679623921140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114763679623921140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/05/e-mail-ao-ministrio-das-relaes.html' title='E-mail ao Ministério das Relações Exteriores de Cuba'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114678723159314971</id><published>2006-05-05T00:48:00.000+01:00</published><updated>2006-05-05T20:01:06.440+01:00</updated><title type='text'>A luta continua</title><content type='html'>Como o CONSCIENCIA-UNIDADE-RESISTENCIA-LUTA não é visitado por ninguém este é um texto em que irei falar para mim próprio, não descurando nunca a hipótese de mais alguém deitar aqui um olho.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Marx%20Engels%20Lenin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/Marx%20Engels%20Lenin.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por manifesta falta de tempo e - mais importante - por não querer deixar textos a meio ou escritos sem um mínimo de preparo, dependendo de inspiração e disposição, que nem sempre se deixam usar, os textos ainda não abundam apesar das ideias fervilharem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto - e para não ter o blog completamente em branco - fui publicando fotografias das jornadas de luta que vão acontecendo neste país  por estes tempos. Concordo que já se torna massudo e isso também me leva a apressar a escrita deste texto. No entanto enquadra-se plenamente no objectivo central deste espaço de reflexão. Trata-se mesmo de uma das peças chave do que aqui se pretende. Relembre-se a descrição feita do que se pretende - 'Este é um blog  ideológico mas as idéias só são úteis quando representam reflexões sobre a realidade cujas conclusões tem um sentido prático de transformação positiva dessa mesma realidade'.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;Estas manifestações de massas de trabalhadores e populações correspondem a aplicações práticas das  idéias que aqui se pretende que fiquem escritas. Isto é, correspondem á luta pela transformação da realidade por aqueles que mais são prejudicados e injustiçados nesta ordem social, política, económica e cultural existente no presente. Mas a luta e concretamente a luta de massas não cresce nem se desenvolve se as massas não forem conscientes. Conscientes da sua condição de classe trabalhadora e explorada por uma minoria dominante, conscientes que só unindo esforços e com todos a puxar para o mesmo lado é que se consegue resitir. Resistir á grande ofensiva imperialista da Burguesia capitalista reinante. Em Portugal o PS no Governo está a cumprir o seu papel. Mais se dirá sobre o assunto em textos futuros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas se a prática e a realidade objectiva, no decurso da História dão razão a esta concepção do mundo, do Homem e da Sociedade, a concepção de Marx, Engels e Lenin, que nada inventaram, antes fizeram um estudo rigoroso, complexo, profundo e coerente, uma análise objectiva e cientifica em todos os aspectos da realidade em que viveram, da História da Humanidade, relacionando-as dialecticamente, para chegarem a conclusões universais - leis cientificas -  sobre a organização económico-social do homem, a sua evolução histórica e o seu previsivel curso futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falaremos então de como se conseguirá consciencializar as pessoas, de como conseguir criar a união de quem trabalha e é explorado contra quem lhes impõe a desigualdade e a injustiça, a pobreza, a fome, a miséria e a doença de milhões e milhões, quando, por exemplo, as OPAS no país que Portugal é atingem somas astronómicas e os lucros da banca, principalmente, sobem desmesuradamente. Claro que quem trabalha aperta o cinto.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/images%5B13%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 231px; height: 231px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/images%5B13%5D.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falaremos da actualidade, mas nunca a entenderemos bem se não entendermos o passado. Conhecer a história - a verdadeira - é fundamental para entendermos a nossa actualidade. Para entendermos porque é que é a luta de massas o motor dessa mesma História - uma das leis da evolução social. Para sabermos quais as tranformações por que já passou a Humanidade de modo a percebermos como transformar a nossa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falaremos de factos, autores, correntes de pensamento do passado e do presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E iremos embrenharmo-nos em tal corrente de idéias, que espero virem a contagiar cada vez mais gente. Para que cada vez mais gente conheça o mundo em que vive e do que nele se passa, conheça também o passado, não estaticamente, mas sempre em dialética com o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto acontecer, teremos dado uma ajuda a que cada vez sejamos mais a intervir na vida social, cultural, política, laboral. Que cada vez sejamos mais a lutar com coerencia e de uma forma revolucionária contra o capital e a burguesia ditadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se transforme a sociedade, para que todos possamos decidir em conjunto a nossa vida em sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta continua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114678723159314971?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114678723159314971/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114678723159314971' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114678723159314971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114678723159314971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/05/luta-continua.html' title='A luta continua'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114660425876390783</id><published>2006-05-02T22:02:00.000+01:00</published><updated>2006-10-10T18:53:02.106+01:00</updated><title type='text'>1º de Maio - Dia do Trabalhador - Manifestação dos Trabalhadores organizada pela CGTP em Lisboa</title><content type='html'>1 de Maio de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20145.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20145.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20136.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20136.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20160.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 437px; height: 200px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20160.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20139.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20139.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20155.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 192px; height: 150px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20155.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20167.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 437px; height: 199px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/200/Imagem%20167.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114660425876390783?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114660425876390783/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114660425876390783' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114660425876390783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114660425876390783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/05/1-de-maio-dia-do-trabalhador.html' title='1º de Maio - Dia do Trabalhador - Manifestação dos Trabalhadores organizada pela CGTP em Lisboa'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114660224868130463</id><published>2006-05-02T21:34:00.000+01:00</published><updated>2006-05-02T22:01:15.496+01:00</updated><title type='text'>25 de Abril - Desfile na Av. da Liberdade</title><content type='html'>25 de Abril de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/691pg1a-25abril.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 193px; height: 156px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/691pg1a-25abril.1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/25042006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 212px; height: 159px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/25042006.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/getimage.asp.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 429px; height: 207px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/getimage.asp.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114660224868130463?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114660224868130463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114660224868130463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114660224868130463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114660224868130463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/05/25-de-abril-desfile-na-av-da-liberdade.html' title='25 de Abril - Desfile na Av. da Liberdade'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114392119088912661</id><published>2006-04-01T20:23:00.000+01:00</published><updated>2006-10-10T18:50:43.070+01:00</updated><title type='text'>Manifestação de Trabalhadores Convocada pela CGTP</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;1 de Abril de 2006, Sábado à tarde (com sol), L&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;isboa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20056.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 187px; cursor: pointer; height: 140px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/Imagem%20056.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20060.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; width: 178px; cursor: pointer; height: 130px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/Imagem%20060.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20065.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 184px; cursor: pointer; height: 138px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/Imagem%20065.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20061.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; width: 177px; cursor: pointer; height: 133px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/Imagem%20061.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/Imagem%20059.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 438px; cursor: pointer; height: 174px; text-align: center;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/400/Imagem%20059.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114392119088912661?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114392119088912661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114392119088912661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114392119088912661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114392119088912661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/04/manifestao-de-trabalhadores-convocada.html' title='Manifestação de Trabalhadores Convocada pela CGTP'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24621423.post-114338923450092085</id><published>2006-03-26T17:04:00.000+01:00</published><updated>2006-03-26T20:50:41.946+01:00</updated><title type='text'>Dia de Luta - Por um Hospital no Concelho do Seixal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/653.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 196px; height: 125px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/653.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dia 25 de Março de 2006 constituiu mais um dia de luta das populações portuguesas. Desta vez foi no Seixal onde as populações do próprio concelho em conjunto com as de Almada e Sesimbra formaram um cordão humano de 4 km (Noticia do Correio da Manhã) como forma de reivindicação da construção de um Hospital no concelho do Seixal que sirva a àrea geográfica dos três concelhos (Seixal, Sesimbra e Almada) e faça diminuir a dependência dos cuidados de saúde destas poulações do já sobrelotado  Hospital Garcia de Horta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizado por uma plataforma que é composta por dezenas de entidades (associações de utentes de saúde, partidos e juventudes partidárias, organizações juvenis, associações de bombeiros, de reformados, colectividades, juntas de freguesia, assembleias municipais, câmaras municipais) este é um movimento de massas praticamente desde o seu inicio. Dois abaixo assinados, um com 20.000 assinaturas e um segundo com 65.000 assinaturas; agora o protesto saiu à rua com 5.000 (dizem uns)  a 10.000 (dizem outros) pessoas que formaram o dito cordão de 4 km que uniu o a cidade do Seixal à cidade de Amora, no outro lado do rio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/1600/628617.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1552/2555/320/628617.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é um movimento de massas populares de uma região específica do país que protestam e reivindicam por algo que lhes afecta realmente a sua vida, o seu dia a dia: a sua saúde e o seu direito a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um exemplo de consciência colectiva sobre uma necessidade colectiva (o hospital e, em última instância, o direito à saúde), que resultou numa unidade na acção reivindicativa e que teve como consequência o dia de luta que representou o cordão humano de milhares de pessoas do dia 25 de Março.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24621423-114338923450092085?l=consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/feeds/114338923450092085/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24621423&amp;postID=114338923450092085' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114338923450092085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24621423/posts/default/114338923450092085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consciencia-unidade-resistencia-luta.blogspot.com/2006/03/dia-de-luta-por-um-hospital-no.html' title='Dia de Luta - Por um Hospital no Concelho do Seixal'/><author><name>Comunista Português</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10390896808233381136</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
